Saiba quem são os alvos de operação da PF contra fraudes bancárias

Dois sócios do grupo Fictor estão entre os alvos da operação da Polícia Federal que desarticula esquema de fraudes de até R$ 500 milhões

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Consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira pediu ao Banco Central para comprar o Banco Master S.A Metrópoles 10
1 de 1 Consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira pediu ao Banco Central para comprar o Banco Master S.A Metrópoles 10 - Foto: Divulgação/Fictor

O CEO e sócio do grupo Fictor, Rafael Góis, e o ex-sócio da instituição financeira Luiz Rubini estão entre os alvos da operação conjunta da Polícia Federal (PF) com a Polícia Militar (PM) que desarticula uma organização especializada em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, na manhã desta quarta-feira (25/3).

Os mandados, expedidos pela Justiça Federal paulista, são cumpridos em municípios dos estados de São Paulo (Rio Claro, Americana e Limeira), do Rio de Janeiro e da Bahia. Também foi determinado o bloqueio e sequestro de bens imóveis, veículos e ativos financeiros até o limite de R$ 47 milhões.

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Operação Fallax foi desencadeada na manhã desta quarta (25/3)
PF investiga fraudes relacionadas a instituições financeiras
Mandados são cumpridos em 3 estados
Apreensões realizadas pela Polícia Federal
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Apreensões realizadas pela Polícia Federal

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Operação Fallax foi desencadeada na manhã desta quarta (25/3)

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PF investiga fraudes relacionadas a instituições financeiras
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PF investiga fraudes relacionadas a instituições financeiras

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Mandados são cumpridos em 3 estados

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As fraudes investigadas podem ultrapassar R$ 500 milhões.

Foram ainda autorizadas medidas cautelares para o rastreamento de ativos financeiros, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de dezenas de pessoas físicas e jurídicas envolvidas.

A investigação que resultou na Operação Fallax teve início em 2024, quando foram identificados indícios de um esquema estruturado voltado à obtenção de vantagens ilícitas. O grupo criminoso atuava por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras e da utilização de empresas para a movimentação de valores e ocultação de recursos ilícitos.

De acordo com as apurações, a organização utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos. Funcionários de instituições financeiras inseriam dados falsos em sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Posteriormente, os valores eram convertidos em bens de alto valor e criptoativos, dificultando o rastreamento.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva, além de crimes contra o sistema financeiro nacional, cujas penas somadas podem ultrapassar 50 anos de reclusão.

O Metrópoles entrou em contato com o grupo Fictor e aguarda retorno. O espaço segue aberto para manifestações.

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