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São Paulo

Prefeitura prepara app com "botão do pânico" para professores de SP

Prefeitura de São Paulo prepara aplicativo com "botão do pânico" para ser usado por professores em caso de ataques a escolas

11/04/2023 18:27, atualizado 11/04/2023 20:12
Fabio Vieira/Metrópoles
Foto colorida do prefeito Ricardo Nunes

São Paulo – A Prefeitura de São Paulo deve anunciar ainda nesta semana a implantação de um aplicativo de celular que servirá como “botão do pânico” para os professores municipais em casos de ataques a alguma das 4.112 escolas da rede pública da capital paulista.

O aplicativo está sendo desenvolvido por técnicos da Secretaria de Inovação e Tecnologia e não deve ter custos para o poder público.

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Os professores usarão o app para fazer um cadastro prévio e, em situações de emergência, acionarão o botão, que terá conexão com a Guarda Civil Metropolitana (GCM).

A GCM ficará encarregada de acionar as demais autoridades, como a Polícia Militar.

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“Estamos tendo reuniões para incluir outras equipes, como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu)”, afirmou o secretário de Inovação e Tecnologia, Bruno Lima.

A equipe do prefeito Ricardo Nunes (MDB) ainda está definindo como o aplicativo vai se chamar. Ele integrará um pacote de ações que o prefeito deve divulgar até sexta-feira (14/4) como resposta aos casos de ataques a alunos e docentes que vêm ocorrendo nas escolas do país.

Nesta terça-feira (11/4), um aluno invadiu um colégio e feriu dois estudantes em Goiás.

Os assessores do prefeito avaliam ainda que seria possível repassar o aplicativo também para os professores das escolas estaduais na capital. O prefeito espera sinal verde da equipe para oferecer o app ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Desde os episódios mais recentes de ataques em escolas, com a professora morta na Vila Sônia, no fim de março, e o atentado que matou quatro crianças em Santa Catarina, na semana passada, parlamentares passaram a apresentar projetos pedindo dispositivos como botões de pânico a acompanhamento psicológico nas escolas.