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Ato da direita na Av. Paulista une Flávio, Tarcísio e lideranças religiosas. Acompanhe no YouTube

Com presença de políticos de direita e lideranças religiosas, a concentração do público começou antes das 15h, na Avenida Paulista

07/09/2026 14:53, atualizado 07/09/2026 15:29
Reprodução/YouTube
Ato da direita na Avenida Paulista, São Paulo, no 7 de Setembro de 2026 - Metrópoles

Uma das imagens simbólicas do ato de Sete de Setembro na Avenida Paulista, região central de São Paulo, é um boneco inflável com a figura do ministro do STF André Mendonça, em apoio a ele.

Boneco do ministro André Mendonça
Boneco do ministro André Mendonça

Acompanhe:

Flávio Bolsonaro chegou ao ato na Avenida Paulista por volta das 14h30 acompanhado da esposa Fernanda. Ele cumprimentou os apoiadores em cima do trio elétrico. O evento teve início com um discurso da bispa Sonia Hernandes, seguido pela deputada Bia Kicis. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, discursou e disse que “Supremo é o povo brasileiro”.

Na sequência, veio o presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Ele prometeu que Jair Bolsonaro estará livre no dia seguinte da posse de Flávio Bolsonaro, mas disse que, se Flávio não vencer, Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, seguirá preso.

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Candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) convocou apoiadores para um comício neste 7 de Setembro, na avenida Paulista, em São Paulo. O senador conta com a mobilização de políticos de direita e lideranças religiosas. A concentração, marcada para as 15h, já contava com presença de milhares de apoiadores no início da tarde.

Teste para força do bolsonarismo

O ato é visto como termômetro da força atual do bolsonarismo, em meio à repercussão de mensagens trocadas entre o filho 01 de Jair Bolsonaro (PL) e Daniel Vorcaro, preso no escândalo do Banco Master, assim como diálogos virtuais entre o ex-banqueiro e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a quem chegou a perguntar se deveria deixar o país dois dias antes de ser preso, em novembro de 2025.

A manifestação tem como mote as frases “Fora, Lula, Fora, Moraes” e “É agora ou nunca”. A campanha de Flávio vê o ato como ponto decisivo de virada, já que o candidato do PL tem aparecido atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas de intenções de voto.

Para o protesto do 7 de Setembro, o PL divulgou a frase “Vamos juntos resgatar o Brasil” nas convocações. A mobilização pretender atrair pelo menos 100 mil pessoas.

A estratégia da manifestação também engloba reforço à candidatura de senadores alinhados à direita, como André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP) por São Paulo, para enfatizar a pauta de pedidos de impeachment no Congresso Nacional.

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Flávio atrás de Lula

A mais recente pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada na última quinta-feira (3/9), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem 38% das intenções de voto no primeiro turno, contra 33% de Flávio Bolsonaro. Além disso, Lula aparece com 46% e Flávio soma 44% das intenções de voto em eventual segundo turno entre os dois.

No último levantamento realizado pelo mesmo instituto e divulgado no dia 21 de agosto, Lula liderava com 47% das intenções de voto para o 2º turno; seguido por Flávio Bolsonaro, que tinha 43%.