Pai obtém guarda da menina que teve mãe e padrasto presos por estupro

Menina de 3 anos já está na casa do pai, na cidade de Paranapanema, no interior paulista. Mãe e padrasto seguem presos preventivamente

atualizado

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A menina de 3 anos que teve a mãe e o padrasto presos no dia 10 de dezembro em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, por suspeita de estuprar a criança já está morando com o pai. A Justiça concedeu a guarda provisória da menor ao genitor, que vai tentar a guarda definitiva da filha.

A criança foi para a residência do pai, na cidade de Paranapanema, também no interior paulista, no último dia 31 de dezembro, véspera do Ano Novo.

Leiliane Vitória Coelho, de 22 anos, e Andrey Gabriel Zancarli, de 23, foram presos após denúncia feita por um outro homem com quem a mãe da vítima mantinha relações extraconjugais. Ele havia encontrado evidências do crime em mensagens.

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Andrey Gabriel Zancarli, de 23 anos
Leiliane Vitória Coelho, de 22 anos
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Leiliane Vitória Coelho, de 22 anos

Reprodução/EPTV
Andrey Gabriel Zancarli, de 23 anos
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Andrey Gabriel Zancarli, de 23 anos

Reprodução/EPTV

Ambos foram presos em flagrante, e a prisão foi convertida em preventiva pela Justiça.


O que aconteceu

  • Um casal foi preso em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, na noite de 10 de dezembro suspeito de estuprar e filmar uma criança de 3 anos.
  • Segundo informações da Polícia Civil, Leiliane Vitória Coelho, de 22 anos é mãe da criança e foi denunciada por um outro homem com quem mantinha relações extraconjugais.
  • Ele encontrou imagens de abuso e mensagens no celular dela.
  • Os agentes foram ate a residência do casal e lá prenderam o padrasto, Andrey Gabriel Zancarli, de 23 anos.
  • Já a mãe da menina foi presa no trabalho.
  • Nos celulares do casal foram encontrados vídeos dos crimes cometidos.
  • O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher de Ribeirão Preto como estupro de vulnerável e armazenamento de material infantil.

Casal mantinha vídeos de abuso da menina

Segundo a investigação da Polícia Civil, Leiliane e Andrey mantinham imagens de abuso nos celulares pessoais.

O casal deve responder por estupro de vulnerável, crime que pela legislação brasileira não exige a ocorrência de conjunção carnal para ser configurado, além de divulgação de cenas de sexo e exploração sexual infantil.

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