Roubo de carga: operação prende ladrões que atuavam em rodovias de SP

Organização criminosa interceptava veículos em movimento ou em áreas de descanso e é responsável por ao menos 26 roubos registrados

atualizado

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Divulgação/Secretaria de Segurança Pública
Imagem colorida mostra prisão de criminoso que roubava cargas e caminhões em rodovias.
1 de 1 Imagem colorida mostra prisão de criminoso que roubava cargas e caminhões em rodovias. - Foto: Divulgação/Secretaria de Segurança Pública

Uma operação conjunta entre a Polícia Federal e a Polícia Militar Rodoviária nesta quarta-feira (17/9) identificou uma quadrilha especializada em roubos de carga e de caminhões em rodovias de São Paulo. Os agentes cumpriram 17 mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão.

Durante a investigação, as autoridades perceberam um padrão nos crimes, incluindo a interceptação de veículos em movimento ou em áreas de descanso. Também era comum que os motoristas fossem mantidos em cativeiro e forçados a realizar transferências bancárias.

O levantamento também descobriu que após ações policiais anteriores a quadrilha passou a levar os veículos roubados para um galpão usado como desmanche. A organização criminosa é responsável por ao menos 26 roubos e um furto em cidades paulistas como Boituva, Itapecerica da Serra, Itu, Jundiaí, São Bernardo do Campo e Sorocaba, além de Extrema, em Minas Gerais.

“As ações mais eficazes de combate ao crime organizado começam com um trabalho de inteligência que identifica o modus operandi da quadrilha, permitindo que órgãos estaduais e federais atuem de forma coordenada. Não se trata apenas de prender criminosos, mas de prevenir novos crimes e reduzir os índices de roubo de carga”, explicou o coronel Hugo Araújo Santos, comandante da PM Rodoviária.


Operação No Rest

  • A Operação No Rest mobilizou 120 policiais no total, sendo 60 federais e 60 militares rodoviários.
  • Foram cumpridos 17 mandados de prisão temporária e 12 mandados de busca e apreensão.
  • Também foi determinado o sequestro de bens e valores do grupo, somando cerca de R$ 18 milhões.
  • A investigação foi conduzida pela Polícia Federal em Campinas, com apoio do GAECO – núcleo Sorocaba. O inquérito teve início em janeiro de 2025, após um roubo registrado em novembro de 2024.

 

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