Operação busca duas últimas metralhadoras furtadas do Exército em SP

Diligência feita em parceria com a PM e a Polícia Técnico-Científica foi realizada em Jandira, em imóveis ligados a militares investigados

atualizado

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Polícia Civil/RJ
foto colorida das metralhadoras do Exército recuperadas no Rio de Janeiro - Metrópoles
1 de 1 foto colorida das metralhadoras do Exército recuperadas no Rio de Janeiro - Metrópoles - Foto: Polícia Civil/RJ

São Paulo — Homens do Comando Militar do Sudeste e da Polícia Militar participam, nesta quinta-feira (23/11), de uma operação para recuperar as duas últimas metralhadoras furtadas do Arsenal de Guerra de Barueri, na Grande São Paulo. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em dois imóveis ligados a militares que trabalham no quartel onde houve o crime.

O Metrópoles apurou que os mandados expedidos pela Justiça Militar foram cumpridos no município de Jandira, na região metropolitana. Os imóveis seriam de dois dos seis militares investigados por suspeita de participação no furto.

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Metralhadoras recuperadas pela polícia do Rio durante operação no dia 19 de outubro; armamento havia sido furtado do Arsenal de Guerra de SP
Nove armas furtadas do Exército foram encontradas pela Polícia Civil de São Paulo, na madrugada de 21 de outubro
PF não foi acionada pelo Exército após furto de armas
As armas furtadas do Exército foram encontradas enterradas em uma mata próximo a um lago em São Roque (SP)
Segundo a Polícia Civil, armas furtadas do Exército seriam vendidas para o PCC e o CV
Oito metralhadoras do Exército foram encontradas na comunidade Gardênia Azul, no Rio de Janeiro
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Oito metralhadoras do Exército foram encontradas na comunidade Gardênia Azul, no Rio de Janeiro

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Metralhadoras recuperadas pela polícia do Rio durante operação no dia 19 de outubro; armamento havia sido furtado do Arsenal de Guerra de SP
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Metralhadoras recuperadas pela polícia do Rio durante operação no dia 19 de outubro; armamento havia sido furtado do Arsenal de Guerra de SP

Divulgação/Polícia Civil do Rio de Janeiro
Nove armas furtadas do Exército foram encontradas pela Polícia Civil de São Paulo, na madrugada de 21 de outubro
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Nove armas furtadas do Exército foram encontradas pela Polícia Civil de São Paulo, na madrugada de 21 de outubro

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PF não foi acionada pelo Exército após furto de armas
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PF não foi acionada pelo Exército após furto de armas

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As armas furtadas do Exército foram encontradas enterradas em uma mata próximo a um lago em São Roque (SP)
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As armas furtadas do Exército foram encontradas enterradas em uma mata próximo a um lago em São Roque (SP)

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Segundo a Polícia Civil, armas furtadas do Exército seriam vendidas para o PCC e o CV
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Segundo a Polícia Civil, armas furtadas do Exército seriam vendidas para o PCC e o CV

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Ao todo, 21 armas foram furtadas do Exército
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Ao todo, 21 armas foram furtadas do Exército

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Fachada da delegacia de Carapicuíba, que encontrou nove armas furtadas do Exército
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Fachada da delegacia de Carapicuíba, que encontrou nove armas furtadas do Exército

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Fachada do Arsenal de Guerra de São Paulo, de onde 21 metralhadoras foram furtadas
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Fachada do Arsenal de Guerra de São Paulo, de onde 21 metralhadoras foram furtadas

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Fachada do Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP), unidade do Exército de onde foram furtadas 21 metralhadoras
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Fachada do Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP), unidade do Exército de onde foram furtadas 21 metralhadoras

Divulgação/Exército do Brasil

Ao todo, 21 armas – 13 metralhadoras calibre .50, que podem derrubar aeronaves, e oito calibre 7,62, que perfuram veículos blindados – foram levadas para fora do quartel, possivelmente, entre os dias 5 e 8 de setembro, a fim de que fossem negociadas com facções criminosas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O furto só foi descoberto pelo Exército mais de um mês depois do crime, no dia 10 de outubro, durante inspeção no quartel. Três dias depois, o caso veio a público em reportagem do Metrópoles.

Até o momento, 19 metralhadoras foram recuperadas – dez no Rio (em ocorrências diferentes na comunidade da Gardênia Azul e na Praia da Reserva, ambas na zona oeste da cidade) e nove em São Roque, no interior paulista. As duas armas que ainda não encontradas são as de calibre .50. Ninguém foi preso até agora.

Nota do Exército

Em nota, o Comando Militar do Sudeste (CMSE) informou que a operação desta quinta-feira teve o apoio da PM e da Polícia Técnico-Científica do Estado de São Paulo, “no contexto das investigações do furto dos armamentos do Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP)”.

A diligência, segundo o Exército, empregou 45 militares do Exército e da Polícia Militar e seis viaturas especializadas, além de oito agentes da Polícia Técnico-Científica.

“O Exército Brasileiro reitera que o episódio é inaceitável e envidará todos os esforços para recuperar as armas subtraídas no mais curto prazo, responsabilizando todos os autores”, disse, em nota.

Operações em Guarulhos

Entre outubro e novembro, homens do Comando Militar do Sudeste já tinham realizado duas operações na comunidade de Vila Galvão, em Guarulhos, também na Grande São Paulo. Não houve presos, mas foram cumpridos mandados de busca e apreensão que, segundo o Exército, trouxeram informações importantes para a investigação.

 

 

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