Motoboy de SP celebra gravidez de duas das sete esposas: “Sempre quis”. Veja vídeo
O motoboy Ivan Rocha, de 36 anos, comemora em família a chegada em breve de dois herdeiros. Ele vive com as sete esposas em Atibaia (SP)
atualizado
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Casado com sete mulheres, o motoboy Ivan Rocha, de 36 anos, morador de Atibaia (SP), se prepara agora para a chegada de dois filhos — que não são da mesma mãe. Duas das esposas de Ivan estão grávidas: a empresária Laís Rocha, de 27 anos, e a influenciadora Maria Eduarda Silva, de 19.
“Eu sempre amei crianças, sempre quis ter filhos”, disse Ivan, que já foi pai anteriormente. Ele diz que receber duas crianças ao mesmo tempo será mais desafiador porque a preocupação será “dobrada”. “Bate aquele medinho. […] São duas crianças extremamente vulneráveis, em que você precisa ser presente”, afirmou. Mesmo assim, o momento é muita alegria em família.
Laís, a primeira esposa de Ivan, está casada com o motoboy há 10 anos. Ter um bebê sempre esteve nos planos do casal. Em junho de 2025, a empresária chegou a engravidar, mas acabou sofrendo um aborto espontâneo. Naquela época, eram apenas ela, o marido e outras duas esposas, Ana e Natália.
Maria Eduarda ingressou no relacionamento no final do ano passado. Um mês depois, engravidou. Ao Metrópoles, a influenciadora conta que a família dela reagiu de forma positiva à novidade: “A minha mãe ficou superfeliz, porque ela sempre me pedia um netinho e eu já queria ser mãe”.
Apesar de serem sete mulheres, as duas afirmam que cada uma será a “mãe” do próprio bebê. “Não tem como todo mundo ser mãe dos bebês. As demais meninas vão ser chamadas de tias”, explica Laís.
E a família já planeja quando virá o próximo herdeiro: depois do casamento, previsto para 2027. “Já que o Brasil não aceita mais de um casamento no cartório, esse casamento vai ser só simbólico, né? E após o casamento, a próxima a engravidar será a mais velha da casa, a Natália, de 31 anos, que é a terceira esposa”, conta Laís.
Entenda a dinâmica do relacionamento
Laís, a “esposa 01”, está com o Van – apelido carinhoso das esposas para o marido – há 10 anos. Eles se conheceram no Facebook, começaram a namorar e, com 20 dias de relacionamento, o motoboy já queria se casar. Insegura, ela botou um fim na relação.
Ivan, então, casou-se com uma conhecida de Laís, que propôs uma experiência a três entre eles. A empresária topou e o relacionamento foi evoluindo. Laís se mudou para a casa do casal, mas o trisal era mantido em segredo.
A empresária morou com Ivan e a ex-mulher dele durante 2 anos. Laís, no entanto, decidiu terminar e saiu de casa. Um tempo depois, o motoboy se divorciou. Ele e Laís se reconectaram e se casaram. Três meses depois, ela sugeriu trazer outras meninas para a relação.
As esposas, no entanto, não se relacionam entre si. “Entre nós tem uma dinâmica muito de amizade, né? Que a gente está ali, sempre uma confidente da outra, junto com a outra, conversando com a outra. Mas sexualmente não nos relacionamos”, explica Laís.
Da mesma forma, também não se relacionam com outros homens. “Para a gente, a traição é quando a pessoa simplesmente saiu, beijou, igual no relacionamento monogâmico. Então, ela foi lá, se relacionou com outra pessoa, transou com outra pessoa, ficou com outra pessoa, aí a gente considera traição, porque nós não saímos com outros homens”, diz a empresária.
“Trollismo” e escala para sexo
Primeira a se casar com o motoboy, Laís Rocha conta que a ideia de trazer outras meninas para o relacionamento foi dela. “O meu fetiche se chama ‘trollismo’. Eu gosto de assistir [o marido tendo relação sexual com outras mulheres]. Porém, eu não fico lá no quarto vendo ele no ato com as meninas. Aqui em casa, nós temos câmeras em todos os quartos. Então, a gente tem acesso depois.”
No início, ela conta que as esposas faziam escala para decidir quem iria dormir na cama de Ivan. Hoje, é ele quem decide com quem irá se deitar. Já na Hora H, cada mulher prefere ter seu momento de intimidade com o marido. “A gente brinca que gosta da exclusividade, de cada uma estar sozinha com ele”, diz Laís.
Mesmo sendo sete esposas e apenas um marido, a família ainda se mostra disposta a receber outras mulheres. “Hoje a gente fala que na nossa casa, para ser esposa, para viver dentro da nossa família, a gente já não comportaria mais. A nossa casa não comporta, já tem duas crianças chegando, mas nada nos impede de continuar agregando namoradas, conhecendo outras pessoas, né?”.














