Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
São Paulo

Morre Carmen de Oxum, símbolo das religiões de matriz africana em SP

Carmen de Oxum era considerada uma das principais lideranças das religiões de matriz africana em São Paulo e teve morte anunciada pelo filho

Julia Gandra12/06/2026 19:27
Compartilhar notícia
Reprodução / Redes Sociais
Morre Carmen de Oxum, símbolo das religiões de matriz africana em SP

Uma das mais importantes lideranças das religiões de matriz africana em São Paulo, Carmen de Oxum morreu nesta sexta-feira (12/6). A morte foi anunciada pelo filho, Cláudio Maciel, por meio das redes sociais.

Na publicação, ele descreveu a mãe como uma mulher que dedicou a vida à fé, à família e à preservação da cultura afro-brasileira. “Com um simples olhar acolhia, protegia sem distinção”, escreveu.
Morre Carmen de Oxum, símbolo das religiões de matriz africana em SP - destaque galeria
5 imagens
Morre Carmen de Oxum, símbolo das religiões de matriz africana em SP - imagem 2
Morre Carmen de Oxum, símbolo das religiões de matriz africana em SP - imagem 3
Morre Carmen de Oxum, símbolo das religiões de matriz africana em SP - imagem 4
Morre Carmen de Oxum, símbolo das religiões de matriz africana em SP - imagem 5
Morre Carmen de Oxum, símbolo das religiões de matriz africana em SP - imagem 1
1 de 5

Reprodução / Redes Sociais
Morre Carmen de Oxum, símbolo das religiões de matriz africana em SP - imagem 2
2 de 5

Reprodução / Redes Sociais
Morre Carmen de Oxum, símbolo das religiões de matriz africana em SP - imagem 3
3 de 5

Reprodução / Redes Sociais
Morre Carmen de Oxum, símbolo das religiões de matriz africana em SP - imagem 4
4 de 5

Reprodução / Redes Sociais
Morre Carmen de Oxum, símbolo das religiões de matriz africana em SP - imagem 5
5 de 5

Reprodução / Redes Sociais

Reconhecida por sua atuação religiosa e social, Mãe Carmen construiu uma trajetória marcada pelo fortalecimento do candomblé e pela defesa das tradições de matriz africana. Carmen de Oxum deixa 7 filhos, 12 netos e uma bisneta.

Nascida em Curvelo, em Minas Gerais, Mãe Carmen mudou-se ainda criança para São Paulo. Filha de uma família humilde, enfrentou dificuldades financeiras durante a infância. A espiritualidade, porém, passou a fazer parte de sua vida desde cedo. Ao longo das décadas, tornou-se uma das yalorixás mais respeitadas do estado. 

Na publicação, Cláudio Maciel destacou ainda que a mãe se tornou “uma das maiores representantes paulistas da cultura afro-brasileira” e lembrou sua atuação em defesa da religião. “Não perdemos apenas mais uma militante de axé, mas um símbolo de perseverança e compromisso com a nossa religião”, escreveu.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles SP

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters