Pivô de operação, Mandrake do PCC foi preso na festa de 15 anos da filha. Vídeo

O gerente de uma biqueira do PCC em Itanhaém, no litoral paulista, estava chegando à festa de debutante da filha quando foi preso

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Pivô de operação, Mandrake do PCC foi preso na festa de 15 anos da filha - Metrópoles
1 de 1 Pivô de operação, Mandrake do PCC foi preso na festa de 15 anos da filha - Metrópoles - Foto: Reprodução

Airton da Silva Rocha, apontado pela Polícia Civil como traficante do Primeiro Comando da Capital (PCC) e pivô da operação Elos, deflagrada nesta segunda-feira (30/3), foi preso em 23 de agosto do ano passado durante a festa de aniversário de 15 anos da própria filha.

Câmeras de segurança em um buffet em Itanhaém, no litoral de São Paulo, captaram o momento da prisão. Veja:

Nas imagens, Mandrake aparece chegando ao buffet enquanto convidados aguardam do lado de fora. Quando percebe a presença dos policiais, ele sai correndo para dentro do salão, onde é capturado. Ao menos cinco agentes correm atrás dele.

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Airton da Silva Rocha, o Mandrake, de 31 anos. É apontado pela Polícia Civil como traficante do PCC
Madrake foi preso em 23 de agosto de 2025 durante a festa de 15 anos da filha
Airton da Silva Rocha, o Mandrake, de 31 anos. É apontado pela Polícia Civil como traficante do PCC
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Airton da Silva Rocha, o Mandrake, de 31 anos. É apontado pela Polícia Civil como traficante do PCC

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Airton da Silva Rocha, o Mandrake, de 31 anos. É apontado pela Polícia Civil como traficante do PCC

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Madrake foi preso em 23 de agosto de 2025 durante a festa de 15 anos da filha
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Madrake foi preso em 23 de agosto de 2025 durante a festa de 15 anos da filha

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Operação Elos

  • A operação Elos foi deflagrada como resultado de uma investigação da Divisão de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Itanhaém, iniciada a partir da prisão em flagrante de Rafael Gomes de Souza, em janeiro deste ano.
  • No celular dele foram encontradas informações sobre toda a estrutura da organização criminosa, que comanda o tráfico de drogas no bairro Oásis, em Itanhaém – o que motivou as ações da Dise.
  • O alvo da operação foi um ponto de venda de drogas específico, de alta lucratividade para o PCC, e gerenciado por Mandrake.
  • Após a prisão dele, o ponto passou a ser gerenciado por Vagner dos Santos Vicente, o Lasanha, e Davi Prado Santos.
  • A investigação apurou que o grupo atuante ali possuía uma estrutura organizada, com gerente, campanas (olheiros), abastecedor e suporte financeiro.
  • Também ficou constatado que eles estavam em expansão, estendendo a atuação para o bairro vizinho Tropical.
  • Na operação desta segunda-feira, a Polícia Civil apreendeu cerca de 10kg de drogas, entre cocaína, maconha e crack, além de R$ 5.276,00 e uma moto Honda Titan 2025. Os entorpecentes foram encontrados em tonéis, no meio da Mata Atlântica.
  • Sete pessoas foram presas, sendo uma mulher e seis homens. Dois suspeitos foram presos em flagrante e cinco em cumprimento de prisão temporária.
  • Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 500 mil ligados aos alvos.

Usavam Pix para camuflar transações do tráfico

De acordo com a investigação, os suspeitos utilizavam Pix para camuflar transações do tráfico de drogas, reforçando aos consumidores que este era o meio predileto para transferências bancárias.

Joice Prado da Silva, que atuava no suporte financeiro, fornecia os próprios dados pessoais e chaves Pix para movimentar o dinheiro proveniente do tráfico de drogas. Por isso, ela é apontada pela Polícia Civil como a responsável por auxiliar na manutenção do fluxo financeiro, mesmo sem atuar diretamente na venda dos entorpecentes.

Outro envolvido no esquema, o Eduardo Luiz Firmino, conhecido como Du Bolo, utilizava o próprio número de telefone como chave Pix.

Rafael, por sua vez, realizava depósitos via Pix para a empresa Pecuária Terra Atividades e Serviços Agrícolas Ltda, que pulverizava os valores do ponto de venda para outros integrantes do PCC, misturando dinheiro de origem lícita com o de origem ilícita.

No celular dele foram encontrados diversos comprovantes de depósitos via Pix que ajudaram a mapear a rede financeira do grupo.

O Metrópoles não localizou a defesa dos suspeitos. O espaço segue aberto para manifestação.

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