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Laboratório clandestino de “Mounjaro fake” é descoberto no ABC

Policiais encontraram insumos usados em medicamentos para tratar diabetes em laboratório clandestino em condomínio comercial no ABC paulista

atualizado

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1 de 1 mounjaro clandestino 1 - Foto: Divulgação/ SSP SP

A Polícia Civil de São Paulo fechou, nessa quarta-feira, um local que era usado para fabricar ilegalmente remédios para emagrecer. O laboratório clandestino estava localizado em um condomínio comercial no bairro Jardim, em Santo André, no ABC Paulista.

Durante as buscas, os policiais encontraram insumos usados em medicamentos para tratar diabetes, além de centenas de seringas, canetas aplicadoras de insulina, ampolas, frascos, tubos e outros itens. Também havia instruções de como manipular as substâncias e documentos com nome de clientes.

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Laboratório clandestino funcionava em condomínio comercial em Santo André (SP)
Embalagens tinham identificação de distribuidora de produtos farmacêuticos americana
Investigações apontam que medicamentos eram importados do Paraguai
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Investigações apontam que medicamentos eram importados do Paraguai

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Laboratório clandestino funcionava em condomínio comercial em Santo André (SP)
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Laboratório clandestino funcionava em condomínio comercial em Santo André (SP)

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Embalagens tinham identificação de distribuidora de produtos farmacêuticos americana
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Embalagens tinham identificação de distribuidora de produtos farmacêuticos americana

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Nas embalagens, havia a identificação de uma distribuidora de produtos farmacêuticos americana, única aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e outras agências reguladoras para fornecer medicamentos a base de tirzepatida, usado no tratamento de diabetes, e comercializado com o nome de Mounjaro.

As investigações apontam, no entanto que a substância era proveniente do Paraguai. A empresa estaria importando substâncias para manipular remédios clandestinamente.

Além dos insumos e embalagens, a equipe ainda apreendeu três notebooks e cinco celulares no local.

Um dos responsáveis pela empresa, um homem de 69 anos, foi encaminhado ao 4° Distrito Policial, onde permaneceu preso por adulteração de produtos terapêuticos e medicinais. As investigações para identificar os demais envolvidos no esquema criminoso prosseguem, segundo a Secretaria da Segurança Pública.

 

 

 

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