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São Paulo

Galo da Madrugada transforma Ibirapuera em território pernambucano

Tradicional bloco pernambucano, Galo da Madrugada desfilou na região do Ibirapuera, zona sul de São Paulo, nesta terça-feira de Carnaval

13/02/2024 13:51
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Jessica Bernardo/Metrópoles
Foto colorida de bloco galo da madrugada durante desfile na rua na região do ibirapuera em são paulo - metrópoles

São Paulo — O desfile do Galo da Madrugada na manhã desta terça-feira (13/2) transformou o Ibirapuera, na zona sul de São Paulo, em “território pernambucano” por algumas horas.

Bandeiras do estado nordestino se espalharam entre o público, formado por diversos pernambucanos. Com a letra das músicas na ponta da língua, os foliões acompanharam animados o show que teve maracatu e frevo, assim como no Nordeste.

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Bloco Galo da Madrugada desfilou no Ibirapuera, zona sul de SP
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Bloco Galo da Madrugada desfilou no Ibirapuera, zona sul de SP

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Bloco Galo da Madrugada desfilou na região do Ibirapuera, zona sul de São Paulo

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Bloco Tarado Ni Você percorreu ruas do centro de SP no primeiro dia de Carnaval
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Bloco Tarado Ni Você percorreu ruas do centro de SP no primeiro dia de Carnaval

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Bloco Minhoqueens levou diversidade para as ruas do centro de SP
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Vestida com o abadá do Galo, a recifense Maria Ranuzia, de 37 anos, disse ao Metrópoles que o look foi enviado diretamente de Pernambuco para ela.

“Mainha manda todo ano um ‘kit carnaval’ com tudo que eu preciso para brincar aqui. Quem é recifense leva Carnaval muito a sério”, afirmou a fisioterapeuta.

Também recifense, Ana Paula de Lima, de 59 anos, vestia uma regata com a bandeira do seu estado de origem. Há 29 anos em São Paulo, ela segurava na corda do trio emocionada.

“Dá até vontade de chorar. Sinto muitas saudades do Carnaval de lá. Foi maravilhoso o Galo vir até os pernambucanos que estão aqui em São Paulo saudosos dele”, disse.

A pernambucana Janaína Teles, 50, veio com a filha Paula, de 22, para assistir o desfile. “É maravilhoso trazer a minha filha para conhecer as coisas da minha terra”, disse ela.

Paula, que já nasceu em São Paulo, aprovou o bloco. “É muito emocionante poder ter essa troca de culturas. Ano que vem a gente tá aqui de novo”, afirmou.

Abraçado a uma bandeira de Pernambuco, Paulo Luma, ou “Paulinho de João de Rita”, como é conhecido em sua terra natal, lembrou dos tempos em que tocava no Carnaval.

“Eu toquei no Carnaval de Pernambuco durante dez anos, em uma orquestra de frevo, no interior. Isso aqui é uma injeção de ânimo na vida”.

Aos 66 anos, ele veio sozinho para curtir o bloco. “O coração para no tempo. Eu acompanho o Galo aqui em São Paulo desde a primeira vez”.

Diferente dos blocos que aconteceram no Ibirapuera nos últimos dias, o Galo teve um público menor e era possível andar com folga no entorno do cortejo.

A movimentação cresceu apenas no fim do desfile, com a chegada de foliões que foram assistir o Bloco Latinha Mix, com o DJ Alok.

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