Galão de gasolina foi achado dentro de carro onde juiz morreu carbonizado
Objeto encontrado dentro de carro vai ser analisado pela Polícia Científica em busca de respostas pela morte suspeita de magistrado
08/10/2026 07:57, atualizado 08/10/2026 08:49

Um galão de gasolina estava dentro da SUV de luxo que pertencia ao juiz Gustavo de Castro Campos, morto carbonizado na noite dessa quarta-feira (7/10), em São João da Boa Vista, interior paulista. O objeto foi achado próximo aos pedais do veículo durante os trabalhos realizados por policiais e peritos.
A Polícia Civil, que trata o caso como morte suspeita, analisa o item apreendido em busca de informações sobre a morte do magistrado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).
O corpo do magistrado foi encontrado após policiais e bombeiros, da Polícia Militar do estado de São Paulo (PMSP), atenderem ao chamado para um incêndio de um carro de luxo em uma área da Fazenda Aliança, localizada na zona rural do município. Quando os militares chegaram ao local, as chamas tinham sido contidas por trabalhadores rurais que jogaram terra sobre o carro.
O corpo do magistrado, que estava no banco do motorista, foi encontrado após dissipação da fumaça provocada pelo fogo.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPO Metrópoles apurou que, entre os itens encontrados por policiais e peritos, está um galão com forte cheiro de gasolina. Além disso, a carteira e a aliança do magistrado foram localizadas.
Entenda o caso
- Um carro foi visto em chamas na propriedade de uma fazenda na zona rural de São João da Boa Vista, interior paulista.
- Com retroescavadeira, trabalhadores rurais contiveram a propagação do fogo jogando terra sobre o carro. O veículo estava com o teto solar aberto.
- Policiais e bombeiros atenderam ao caso, abriram o carro e, após a fumaça se dissipar, encontraram um corpo carbonizado no banco do motorista.
- Identificação do juiz foi, inicialmente, realizada após uma CNH ser encontrada intacta.
- Um galão com forte odor de gasolina estava próximo aos pedais do veículo.
- Polícia Civil trata o caso como morte suspeita e apura o que teria ocorrido.
- O carro parcialmente queimado vai passar por nova perícia.
A Polícia Civil não descarta nenhuma linha de investigação, inclusive trata o caso como uma morte suspeita.

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A reportagem apurou que, inicialmente, a identificação do magistrado se deu após encontro da CNH dentro do carro. Isto porque as placas do veículo são bloqueadas de uma pesquisa devido à profissão do proprietário.
Outros elementos corroboraram na identificação do juiz como a vítima morta carbonizada. Entre elas, uma tatuagem no lado esquerdo do abdômen que o magistrado tinha.
Exames iniciais não localizaram marcas de violência no corpo do magistrado. Exames complementares serão realizados para indicar a dinâmica da morte e o que teria ocorrido.















