Em regime aberto, motorista de delegado é preso com viatura furtada

Ex-agente de segurança foi preso em flagrante por supostamente furtar viatura da Polícia Civil em Hortolândia, no interior de São Paulo

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Homem de meia idade, branco, de barba longa branca ao lado de carro - Metrópoles
1 de 1 Homem de meia idade, branco, de barba longa branca ao lado de carro - Metrópoles - Foto: Arquivo Pessoal

Um motorista do delegado titular de Horrtolândia, interior paulista, José Luis Nalin, de 54 anos, foi preso na madrugada deste sábado (14/02) após furtar uma viatura do distrito. Policias militares afirmam ter encontrado drogas no veículo.

Ex-agente de segurança, Nalin cumpria pena em regime aberto por condenação ligada a uma rebelião, ocorrida em 21 de junho de 1995, também em Hortolândia. A execução penal segue ativa, com término previsto para 8 de junho de 2026, conforme documentos da Justiça obtidos pela reportagem.

Registros policiais, feitos neste sábado, afirmam que o motorista do delegado titular utilizou a facilidade proporcionada pela função para subtrair o veículo oficial e circular pela região. Ele foi detido por PMs na Avenida Brasil,  Jardim Amanda, por volta das 2h50.

Na abordagem, apresentou-se como policial civil, exibiu distintivo da instituição, trajava um boné, colete balístico, spray de defesa, faca, algemas e simulacro de arma de fogo. Com ele também foram encontradas porções de droga e R$ 1.402. A defesa dele não foi localizada. O espaço segue aberto para manifestações.

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O motorista do delegado titular teria usado a função para retirar a viatura da delegacia sem autorização.
Na abordagem da Polícia Militar, Nalin apresentou distintivo da Polícia Civil e afirmou ser policial.
Com ele, os agentes apreenderam porções de droga, simulacros de arma de fogo, colete balístico e boné da instituição
A viatura oficial, pertencente à Delegacia de Hortolândia, foi localizada durante patrulhamento de rotina na madrugada.
José Luis Nalin foi preso na Avenida Brasil, no Jardim Amanda, em Hortolândia, após ser flagrado conduzindo viatura oficial da Polícia Civil
Condenado por associação criminosa e corrupção passiva, Nalin cumpre pena em regime aberto
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Condenado por associação criminosa e corrupção passiva, Nalin cumpre pena em regime aberto

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O motorista do delegado titular teria usado a função para retirar a viatura da delegacia sem autorização.
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O motorista do delegado titular teria usado a função para retirar a viatura da delegacia sem autorização.

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Na abordagem da Polícia Militar, Nalin apresentou distintivo da Polícia Civil e afirmou ser policial.
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Na abordagem da Polícia Militar, Nalin apresentou distintivo da Polícia Civil e afirmou ser policial.

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Com ele, os agentes apreenderam porções de droga, simulacros de arma de fogo, colete balístico e boné da instituição
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Com ele, os agentes apreenderam porções de droga, simulacros de arma de fogo, colete balístico e boné da instituição

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A viatura oficial, pertencente à Delegacia de Hortolândia, foi localizada durante patrulhamento de rotina na madrugada.
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A viatura oficial, pertencente à Delegacia de Hortolândia, foi localizada durante patrulhamento de rotina na madrugada.

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José Luis Nalin foi preso na Avenida Brasil, no Jardim Amanda, em Hortolândia, após ser flagrado conduzindo viatura oficial da Polícia Civil
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José Luis Nalin foi preso na Avenida Brasil, no Jardim Amanda, em Hortolândia, após ser flagrado conduzindo viatura oficial da Polícia Civil

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Condenação por crimes ligados à rebelião

Antes da nova prisão, Nalin já figurava como condenado por fatos relacionados a uma rebelião registrada em 21 de junho de 1995, em Hortolândia. Conforme consta no processo, ele foi condenado por associação criminosa e corrupção passiva. No processo ainda é mencionado que Nalin teria facilitado a fuga de um preso, durante a rebelião.

A pena aplicada foi de nove anos e quatro meses, inicialmente em regime fechado. Posteriormente, obteve progressão e passou a cumprir pena em regime aberto, sob fiscalização judicial.

A acusação sustentou que ele, valendo-se da posição funcional que ocupava à época, teria participado de ação que favoreceu a fuga do preso. A condenação final, contudo, consolidou-se pelos crimes de associação criminosa e corrupção passiva.

O processo transitou em julgado, ou seja, não cabendo mais recursos, e resultou na execução penal que, até o momento, se encontrava em fase de cumprimento em liberdade, com fiscalização periódica.

A nova ocorrência poderá repercutir na condenação já em curso, uma vez que o regime aberto pressupõe cumprimento de condições impostas pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

O caso foi registrado como peculato, por se tratar de uso indevido de bem público por quem exerce função equiparada a servidor.

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