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Veja carros de luxo apreendidos em operação contra corrupção policial. Vídeo

Operação investiga esquema de corrupção na Polícia Civil de SP. Mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva foram autorizados

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Divulgação/ Polícia Federal
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1 de 1 operacao-bazaar - Foto: Divulgação/ Polícia Federal

Pelo menos três carros de luxo das marcas Jaguar, Porsche e BMW estão entre os bens apreendidos na Operação Bazaar, deflagrada na manhã desta quinta-feira (5/3), contra um suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro na Polícia Civil de São Paulo. São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e bloqueio de bens e valores dos investigados. Além disso, 11 mandados de prisão preventiva foram autorizados pela Justiça – quatro já foram cumpridos.

 

Além de agentes da Polícia Civil, advogados e operadores financeiros são suspeitos de participação no esquema. A operação é realizada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e pela Polícia Federal (PF).

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Justiça autorizou 25 mandados de busca e apreensão e bloqueio de bens e valores dos investigados
Esquema envolvia esquema de corrupção e lavagem de dinheiro
Carro de luxo apreendido no âmbito da Operação Bazaar, nesta quinta (5/3)
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Carro de luxo apreendido no âmbito da Operação Bazaar, nesta quinta (5/3)

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Justiça autorizou 25 mandados de busca e apreensão e bloqueio de bens e valores dos investigados
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Justiça autorizou 25 mandados de busca e apreensão e bloqueio de bens e valores dos investigados

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Esquema envolvia esquema de corrupção e lavagem de dinheiro
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Esquema envolvia esquema de corrupção e lavagem de dinheiro

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Como funcionava o esquema

  • Pagamentos sistemáticos de vantagens indevidas a agentes públicos
  • Fraude processual.
  • Manipulação de procedimentos investigativos.
  • Destruição de provas no âmbito de inquéritos policiais.

Segundo o MPSP, a investigação descobriu que o grupo composto por doleiros, operadores financeiros e “indivíduos com extenso histórico de prática de atos de lavagem de capitais” agiam de forma estruturada e para permitir a continuidade de práticas criminosas e, assim, evitar a responsabilização dos integrantes. Entre as medidas do grupo investigado, pagamentos eram feitos a agentes públicos, além de estratégias para fraude processual e manipulação de investigações.

O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo (Gaeco), do MPSP, descobriu também que policiais destruíam provas existentes em inquéritos policiais, para facilitar a continuidade das atividades do grupo investigado.

Ao Metrópoles o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves, afirmou que apoia a operação e colocou mais de 10 equipes à disposição do cumprimento dos mandados. Ele, no entanto, diz não saber o teor das acusações contra agentes da Polícia Civil.

 

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