Americano que teve affair com au pair paulista é condenado a prisão perpétua

A au pair Juliana Magalhães testemunhou contra Brendan Banfield durante julgamento. Ele é acusado de matar esposa e um desconhecido.

atualizado

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Um americano que teve um affair com a au pair paulista Juliana Peres Magalhães, natural de Jacareí, no interior de São Paulo, foi condenado, nesta sexta-feira (5/6), à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional pelo assassinato da esposa dele e um homem desconhecido em Virginia, nos Estados Unidos, crime ocorrido em fevereiro de 2023.

O julgamento de Brendan Banfield aconteceu em janeiro de 2026, no Condado de Fairfax e ele foi condenado por duas acusações de homicídio qualificado, uma acusação de uso de arma de fogo na prática de um crime e uma acusação de colocar uma criança em perigo.

O plano foi elaborado por Brendan e Juliana — a au-pair paulista e o americano mantinham um relacionamento à época do crime. Segundo a promotoria, os dois teriam se passado por Christine Banfield em um site de fetiches sexuais para atrair a segunda vítima, Joseph Ryan, até a casa onde o casal vivia. Ryan serviria como um “bode expliatório” do casal.

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A brasileira Juliana Peres foi presa sob suspeita de envolvimento na morte de invasor
Brendan Banfield foi condenado a prisão perpétua.
A au pair brasileira Juliana Magalhães foi condenada a 10 anos de prisão.
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A au pair brasileira Juliana Magalhães foi condenada a 10 anos de prisão.

A brasileira Juliana Peres foi presa sob suspeita de envolvimento na morte de invasor
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A brasileira Juliana Peres foi presa sob suspeita de envolvimento na morte de invasor

Divulgação/Polícia do Condado de Fairfax
Brendan Banfield foi condenado a prisão perpétua.
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Brendan Banfield foi condenado a prisão perpétua.

 

Joseph Ryan foi morto a tiros, enquanto Christine Banfield morreu após ser esfaqueada dentro da residência do casal. As mortes ocorreram no mesmo dia, no interior da casa da família, levantando inicialmente a suspeita de um ataque externo.

Juliana se declarou culpada por homicídio culposo, em 2024, e a promotoria concordou em recomendar benefícios legais em troca de sua cooperação contínua. Ela foi testemunha no julgamento de Banfield e condenada a 10 anos de prisão. Já Banfield insistiu que atirou no outro homem após encontrá-lo agredindo sua esposa.

Além do duplo homicídio, ele foi condenado por porte ilegal de arma de fogo e por colocar a filha do casal em perigo, já que ela estava na casa no momento dos assassinatos.

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