Alunos denunciam larva na comida e desabastecimento em bandejão da USP. Vídeo

Problemas no restaurante da Faculdade de Direito da USP motivaram protesto no dia 16 de março. Instituição não quis se manifestar

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Alunos da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) afirmam enfrentar uma série de problemas no restaurante universitário da instituição, conhecido pelo apelido de Bandejão.

 

A presença de insetos e larvas na comida e o desabastecimento de carne, que provoca longas filas de espera até que o alimento seja reposto, são as principais reclamações enviadas ao Centro Acadêmico XI de Agosto, que tem recebido denúncias sobre o assunto.

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Larva no meio do arroz servido para estudante
Inseto morto encontrado em comida do restaurante universitário
Insetos e larvas foram encontrados pelos alunos
Em protesto por melhorias, estudantes entraram no restaurante sem pagar
Alunos fizeram protesto no dia 16 de março e criticaram terceirização do serviço. Comida vem pronta de empresa terceirizada
Frango na cor verde foi denunciado por estudante ao Centro Acadêmico XI de Agosto, que representa os alunos da Faculdade de Direito da USP
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Frango na cor verde foi denunciado por estudante ao Centro Acadêmico XI de Agosto, que representa os alunos da Faculdade de Direito da USP

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Larva no meio do arroz servido para estudante
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Larva no meio do arroz servido para estudante

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Inseto morto encontrado em comida do restaurante universitário
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Inseto morto encontrado em comida do restaurante universitário

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Insetos e larvas foram encontrados pelos alunos
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Insetos e larvas foram encontrados pelos alunos

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Em protesto por melhorias, estudantes entraram no restaurante sem pagar
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Em protesto por melhorias, estudantes entraram no restaurante sem pagar

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Alunos fizeram protesto no dia 16 de março e criticaram terceirização do serviço. Comida vem pronta de empresa terceirizada
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Alunos fizeram protesto no dia 16 de março e criticaram terceirização do serviço. Comida vem pronta de empresa terceirizada

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Estudantes fizeram reunião com diretoria da Faculdade e com a Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento para reivindicar solução para o problema
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Estudantes fizeram reunião com diretoria da Faculdade e com a Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento para reivindicar solução para o problema

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O Metrópoles teve acesso a alguns dos relatos enviados à organização estudantil. No dia de 3 março, um deles afirmava que a proteína acabou às 13:50. “Trabalhadores vieram avisar que a comida demorará cerca de 40 minutos para chegar. Um descaso completo com os estudantes”, diz o texto.

Dois dias depois, mais uma reclamação sobre o assunto: “Quando cheguei havia acabado a proteína, não é a primeira vez que acontece. Vou ter que jantar arroz, feijão e o molho que sobrou”, afirma outro.

Segundo o Centro Acadêmico, também há registros de desabastecimento da proteína vegetal, opção vegetariana que, quando disponível, se torna a principal alternativa em meio à falta de carne. Outras reclamações são sobre os atrasos no horário de abertura do Bandejão e a qualidade da comida entregue. Uma imagem enviada ao Centro Acadêmico mostra um pedaço de frango verde.

Secretário de organização do Centro Acadêmico, Francisco Sereza, de 20 anos, diz que a situação têm impactado a permanência de estudantes mais vulneráveis. “Quando o bandejão atrasa 40 minutos, isso impede que quem trabalha possa comer”, ressalta o aluno, lembrando que parte dos estudantes almoçam às pressas entre a aula e o estágio.

Os problemas motivaram um protesto dos alunos no dia 16 de março, quando estudantes entraram no Bandejão sem pagar a tarifa de R$ 2, que é cobrada pelo serviço no almoço e jantar – o preço para o café da manhã é de R$ 0,50.

Depois do protesto, membros de entidades estudantis da faculdade fizeram reuniões com a direção da unidade e com a Pró-Reitoria de Inclusão de Pertencimento para debater o problema. Segundo Sereza, os casos de demora na reposição diminuíram, mas os alunos continuam se deparando com as larvas na comida. O vídeo publicado no início desta reportagem é do dia 27 de março.

As refeições são entregues já prontas por uma empresa terceirizada, já que não há espaço de cozinha suficiente para preparar os alimentos na própria unidade.

O Metrópoles entrou em contato com a Faculdade de Direito da USP, mas a unidade não quis se pronunciar. O espaço segue aberto.

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