Alexandre Frota se oferece para pagar multa de jornalista à Zambelli

Justiça paulista determinoua prisão do jornalista Luan Araújo por não pagar a ex-parlamentar Carla Zambelli após condenaçã por difamação

atualizado

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O vereador Alexandre Frota (PDT-SP) se ofereceu para pagar a multa do jornalista Luan Araújo, condenado por difamação contra a ex-deputada Carla Zambelli (PL). No início do mês, Justiça paulista determinou a prisão, em regime aberto, do jornalista por não pagar a ex-parlamentar. Os valores devidos por ele somavam R$ 2.216,30, incluindo multa penal e prestação pecuniária.

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Hoje, Alexandre Frota é vereador em Cotia pelo PDT
A Justiça paulista determinou a prisão, em regime aberto, do jornalista Luan Araújo por não pagar a ex-deputada Carla Zambelli (PL), após condenação por difamação contra a ex-parlamentar. Os valores devidos por ele somavam R$ 2.216,30, incluindo multa penal e prestação pecuniária.
Alexandre Frota ofereceu para pagar a multa do jornalista Luan Araújo.
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Alexandre Frota ofereceu para pagar a multa do jornalista Luan Araújo.

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Hoje, Alexandre Frota é vereador em Cotia pelo PDT

Reprodução/redes sociais.
A Justiça paulista determinou a prisão, em regime aberto, do jornalista Luan Araújo por não pagar a ex-deputada Carla Zambelli (PL), após condenação por difamação contra a ex-parlamentar. Os valores devidos por ele somavam R$ 2.216,30, incluindo multa penal e prestação pecuniária.
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A Justiça paulista determinou a prisão, em regime aberto, do jornalista Luan Araújo por não pagar a ex-deputada Carla Zambelli (PL), após condenação por difamação contra a ex-parlamentar. Os valores devidos por ele somavam R$ 2.216,30, incluindo multa penal e prestação pecuniária.

Reprodução

 

Aualmente, Frota é vereador em Cotia, na Grande São Paulo. Ao Metrópoles, ele afirmou que ofereceu a ajuda por não achar o pedido de prisão justo, mas ainda não recebeu um retorno de Luan ou do advogado que representa o jornalista.

“Só tomei essa atitude porque não achei justo o pedido de prisão. Ele foi ameaçado, humilhado, assediado moralmente e foi perseguido. Acredito que ele poderia ter tomado um tiro”, afirmou Frota. “Se o Luan precisar, pagaremos a multa para ele não ser preso. Não sei se agora dá tempo, mas não gosto de injustiças e covardia”.

 

O jornalista foi condenado por ter publicado texto no qual afirmava que Zambelli “faz parte de uma extrema direita mesquinha, maldosa e que é mercadora da morte”. Em 2022, na véspera das eleições, ele foi perseguido por Zambelli, armada com um revólver, em uma rua de São Paulo (assista acima).

“Com efeito, tendo em vista que o condenado, apesar de devidamente intimado, não cumpriu a prestação pecuniária imposta, nos termos do artigo 44, § 4º, do Código Penal, converto a pena restritiva de direitos em pena privativa de liberdade, nos moldes da sentença prolatada”, escreveu o juiz José Fernando Steinberg, em decisão publicada na última segunda-feira (1º/6).

Ao Metrópoles, o advogado Renan Bohus, que representa Luan Araújo no processo, afirmou que apresentou petição informando que o jornalista não possui condições financeiras de arcar com o valor e que pediu o parcelamento da obrigação.

“Causa estranheza, entretanto, que o pedido tenha sido indeferido e que a consequência adotada tenha sido a conversão da sanção em prisão, apesar da comprovada incapacidade econômica do condenado”, afirmou.

Na última quinta-feira (4/6), a defesa entrou com pedido de habeas corpus. “Entendemos que a pobreza não pode ser tratada como motivo para encarceramento e que a execução da pena deve observar os limites constitucionais e a situação concreta do condenado.”

Zambelli condenada

Zambelli foi condenada pelo Superior Tribunal Federal (STF) a 5 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial semiaberto, por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal após ter perseguido o jornalista.

A ex-parlamentar também tem condenação anterior de 10 anos de prisão em regime inicial fechado por ter invadido os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A ex-deputada foi presa em 29 de julho do ano passado em um apartamento em Roma, na Itália. Zambelli estava na lista vermelha da Interpol e foi detida por “grave risco de fuga”, segundo decisão da Justiça que autorizou a prisão. Em 22 de maio, a Justiça italiana anulou a extradição de Zambelli, e ela foi solta.

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