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São Paulo

Tarcísio muda postura e decide pagar 13º a professores temporários

Após ter dito que os docentes eventuais não têm vínculo com o Estado, a Seduc confirmou que profissionais da categoria terão salário extra

17/12/2024 18:06, atualizado 17/12/2024 20:58
Ciete Silvério/Governo do Estado de São Paulo
Renato Feder e Tarcísio de Freitas, que mudaram postura sobre 13º salário de professores temporário - Metrópoles

São Paulo – Após ter comunicado que neste ano os professores temporários da rede estadual de São Paulo não receberiam o 13º salário por falta de vínculo com o Estado, o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) mudou a postura. Procurada pelo Metrópoles, nesta terça-feira (17/12), a Secretaria de Educação (Seduc) informou que 14.276 docentes eventuais terão o pagamento extra nesta sexta-feira (20/12).

Vale destacar que os contratos acadêmicos não passaram por alteração em 2024. Questionada, a pasta comandada por Renato Feder garantiu ainda que os profissionais da categoria V nunca tiveram direito a férias remuneradas.

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Recuo do governo de SP em relação ao 13º

No dia 13, a Seduc enviou às diretorias de ensino um aviso de que o Departamento de Despesa de Pessoal do Estado (DDPE), da Secretaria da Fazenda, havia concluído que os docentes eventuais cumprem “atividades de curta duração e não apresentam vínculo com o Estado”.