Morre Sérgio Amado, referência na publicidade brasileira, aos 77 anos

O publicitário Sérgio Amado estava internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Causa da morte não foi informada até o momento

atualizado

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O publicitário Sérgio Amado, considerado uma das principais referências do setor no Brasil, morreu na manhã deste sábado (4/10), aos 77 anos, em São Paulo.

Ele estava internado no Hospital Albert Einstein, na capital paulista. A causa da morte não foi informada até o momento.

O velório do publicitário acontecerá no domingo (5/10), das 9h às 17h, no Funeral Home, localizado no bairro da Bela Vista, em São Paulo. Amado deixa a esposa, quatro filhos e oito netos.

Trajetória

Sérgio Amado nasceu em Salvador (BA), em 5 de fevereiro de 1948. Formado em jornalismo, história e ciências sociais, ele se tornou um dos maiores nomes do mercado publicitário brasileiro. Durante duas décadas, esteve à frente do Grupo Ogilvy no Brasil – parte do grupo britânico de comunicação WPP, um dos maiores do mundo.

Amado também teve passagens por agências como Standard Ogilvy & Mather, D&E, Divisão Associados, DS 2000 e Denison Propaganda. Também foi presidente da seção paulista da Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap), entre 1999 e 2001, e da seção nacional da entidade, de 2001 a 2003.

Em 2018, Sérgio Amado deixou o comando da Ogilvy para assumir o cargo de presidente do Grupo WPP no Brasil, função que exerceu até 2021.

Repercussão

A morte de Sérgio Amado repercutiu no mundo publicitário. Por meio de nota, o CEO do Grupo Ogilvy Brasil, Luiz Fernando Musa, afirmou que seu colega “foi muito mais do que um líder”, mas “um verdadeiro mentor e amigo”.

“[Amado] Teve um papel essencial na minha trajetória e na de muitos outros que tiveram o privilégio de aprender com ele. Nos ensinou com sua paixão pelo trabalho, seu humor e sua generosidade. Ao baiano Sérgio Amado, toda a minha gratidão”, escreveu Musa.

Pelas redes sociais, o publicitário Nizan Guanaes, outra referência da publicidade nacional, também lamentou a morte do amigo.

“Você foi o primeiro publicitário que eu conheci. Meu pai tinha um hospital e você cuidava da conta dele. Isso criou uma relação de amor entre nós. Veio para São Paulo e fez uma carreira brilhante, tornando-se um dos maiores líderes da indústria. Carismático, cheio de energia. Vai, meu Amado. Baiano não nasce: estreia. Baiano não morre: vai brilhar no céu”, escreveu.

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), também se manifestou sobre a morte de Sérgio Amado. “Sua criatividade, visão e dedicação ajudaram a projetar a Bahia no cenário nacional da comunicação. Deixa um legado que continuará inspirando gerações. Minha solidariedade aos familiares, amigos e a todos que conviveram com ele”, afirmou o governador.

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