Visita do papa e superlotação: conheça prisão onde está Zambelli

Considerada uma das maiores da Itália, a penitenciária de Rebibbia, onde está a deputada federal, tem 260 mil metros quadrados

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Deputada federal Carla Zambelli PL-SP - Metrópoles
1 de 1 Deputada federal Carla Zambelli PL-SP - Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Roma — Após ser presa na terça-feira (29/7) pelas autoridades italianas, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), de 45 anos, está detida no Instituto Penitenciário de Rebibbia, em Roma, na Itália. A penitenciária é conhecida pela superlotação e recebeu a visita do falecido papa Francisco.

Considerada uma das maiores da Itália, a penitenciária de Rebibbia tem 260 mil metros quadrados. São três unidades masculinas e uma feminina. A deputada foi levada ao local na quarta-feira (30/7).


Zambelli

  • Foragida da Justiça brasileira, Carla Zambelli foi presa nessa terça-feira (29/7), em Roma, na Itália.
  • No fim de maio, Zambelli fugiu do Brasil após ser condenada a 10 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no caso de invasão hacker ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
  • Antes de chegar à Itália, onde possui cidadania, a parlamentar passou pelos EUA. Ela foi presa em um apartamento, em Roma, onde morava desde o início de junho. De acordo com o deputado italiano Angelo Bonelli, as autoridades encontraram a brasileira graças a uma denúncia realizada por ele.
  • Apesar da prisão, ainda não está claro quando Zambelli será extraditada para o Brasil — processo que pode levar anos.

A deputada federal aguarda, na prisão, a audiência de custódia, que será realizada nesta sexta-feira (1º/8).

A penitenciária recebeu a visita do papa Francisco em 2024. Dando início ao Ano Jubilar em Roma, o pontífice visitou simbolicamente a prisão de Rebibbia, onde realizou uma cerimônia de lava-pés com prisioneiros.

Com uma toalha seca e uma bacia de prata, ele lavou e beijou os pés de 12 detentos — nove italianos, um brasileiro, um da Costa do Marfim e outro de Marrocos. Eles eram todos homens, e não tiveram nome ou religião divulgados.

O ex-primeiro-ministro italiano Bettino Craxi também esteve preso na penitenciária. O local, além de enfrentar problemas de superlotação, desenvolve um intenso trabalho social com os presos.

Dentro da prisão, há pessoas aguardando decisões da Justiça, assim como aquelas que cumprem pena.

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