Mesmo com proibição de Moraes, apoiadora faz ato em condomínio de Bolsonaro
Uma mulher foi até o condomínio de Bolsonaro, nesta segunda-feira (22/6), enrolada em uma bandeira do Brasil e outra de Israel para orar

Mesmo com a proibição do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma apoiadora de Jair Bolsonaro (PL), parou em frente ao condomínio onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar e se manifesta por meio de orações.
Com uma bandeira do Brasil e uma de Israel amarrada ao corpo, a mulher chegou local, nesta segunda-feira (22/6), por volta de 18h e até 18h40 ainda estava lá, sem interferência da polícia. Ela é conhecida como pastora Lili carabina e ficou conhecida pelas vigílias para Bolsonaro em frente ao hospital que ele, geralmente, fica internado em Brasília.
Ao conceder prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro, em 24 de março, Moraes proibiu a formação de acampamentos, vigílias e aglomerações num raio de 1 km da residência no ex-presidente, no Jardim Botânico, em Brasília.
A decisão do ministro foi justificada para evitar tumultos, coações à Suprema Corte e a fim de garantir o cumprimento das medidas cautelares impostas ao ex-presidente.
A manifestação da apoiadora ocorre dias antes de chegar ao fim os 90 dias de prisão domiciliar concedidos por Moraes. O ministro fará nova análise sobre a manutenção ou revogação da medida.



