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Mundo

Trump recebe Zelensky e volta a prometer acordo entre Ucrânia e Rússia

De acordo com Donald Trump, possível acordo de paz para a guerra na Ucrânia tem sido discutido com Vladimir Putin

22/09/2026 17:44
Divulgação/Presidência da Ucrânia
Imagem colorida mostra Donald Trump e Volodymyr Zelensky - Metrópoles

Donald Trump recebeu o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, às margens da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York. No encontro, realizado nesta terça-feria (22/9), o líder dos Estados Unidos voltou a prometer um acordo de paz para o conflito que se arrasta desde 2022.

“Vamos fazer um acordo”, disse o republicano durante coletiva de imprensa ao lado de Zelensky. “Eu não quero dizer exatamente que tipo de acordo. Estamos discutindo isso, muito intensamente, incluindo com o presidente Putin. Acho que algo vai resultar disso”.

Antes de assumir a Casa Branca pela segunda vez, Trump disse que encerraria o conflito na Europa em 24 horas. A promessa, contudo, não se tornou realidade até o momento. 

Os EUA chegaram a mediar negociações entre Kiev e Moscou ao longo do último ano. As discussões, no entanto, foram paralisadas após o início da guerra no Irã.

No início deste mês, uma equipe de negociadores norte-americanos esteve na Rússia e Ucrânia para a retomada das conversas. A equipe era liderada pelo enviado especial de Trump, Steve Witkoff, e o genro do líder norte-americano, Jared Kushner.

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As conversas, no entanto, não tiveram nenhum resultado imediato.

Depois da reunião, o líder ucraniano disse ter discutido “possíveis medidas de desescalada que podem abrir caminho para a diplomacia”. Ao mesmo tempo, Zelensky agradeceu a licença emitida pelos EUA sobre a produção de mísseis Patriots — um dos mais modernos sistemas de defesa antiaérea do mundo.

“Agradeço que, paralelamente, nossas equipes continuam trabalhando no lançamento da produção de mísseis interceptadores para o sistema Patriot na Ucrânia”, afirmou o presidente ucraniano em um comunicado divulgado no Telegram.

“Isso ajudará a proteger vidas, caso a Rússia rejeite as negociações e continue a apostar no terror balístico contra nosso povo neste inverno e no futuro”.