Trump nega ter sido arrastado para a guerra por Israel

Nesta terça-feira (3/3), Donald Trump teve um encontro com o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, na Casa Branca

atualizado

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1 de 1 Donald Trump - Foto: Win McNamee/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou, nesta terça-feira (3/2), que tenha sido “arrastado” para a guerra com o Irã por Israel. De acordo com o mandatário norte-americano, foram os EUA que forçaram Tel Aviv a agir.

A declaração ocorreu após reunião com o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz na Casa Branca nesta terça. Ao comentar os desdobramentos da guerra com o Irã, Trump relatou que “praticamente tudo foi destruído”, referindo-se às instalações militares iranianas.

“Eles iriam atacar se não fizéssemos nada, eles iriam atacar primeiro”, disse ele sobre o Irã. “Eu tinha muita convicção disso (…) Na verdade, talvez eu tenha forçado a mão de Israel, mas Israel estava preparado, nós estávamos preparados e tivemos um impacto muito, muito forte, porque praticamente tudo o que eles tinham foi destruído. Agora, o número de mísseis deles está diminuindo drasticamente”, disse Trump.
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Presidente dos EUA, Donald Trump
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Donald Trump, presidente dos Estados Unidos
Departamento do Tesouro do governo  de Donald Trump revogu sanções contra ex-aliado de Maduro
Donald Trump durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça
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Donald Trump é presidente dos EUA
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O encontro fez parte de uma visita oficial de Merz aos Estados Unidos, marcada por conta das tensões no Oriente Médio.

Trump ainda afirmou sobre a força militar. “Provavelmente, em algum momento, eles vão abaixar as armas e veremos o que acontece. Enquanto isso, vamos continuar avançando. Nossas forças militares são as número 1 do mundo. Temos uma força militar melhor do que qualquer outra no mundo.”

Ainda questionado sobre a operação militar, Trump admite que poderá ter influenciado Israel. “Na verdade, talvez eu tenha forçado a mão de Israel, mas Israel estava preparado, nós estávamos preparados e tivemos um impacto muito, muito forte”, diz.

O presidente dos Estados Unidos acrescentou que o “pior cenário” para o país seria a chegada de um dirigente “tão ruim” quanto o aiatolá Ali Khamenei, que foi morto durante ataque.

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