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Mundo

Rubio avisou líderes do Congresso dos EUA sobre ataque ao Irã

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, ligou e avisou líderes do Congresso americano sobre o ataque ao Irã

28/02/2026 15:44, atualizado 28/02/2026 15:57
Heather Diehl/Getty Images
Imagem colorida do Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio - Metrópoles

A secretária de imprensa dos Estados Unidos, Karoline Leavitt, disse neste sábado (28/2) que o o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, avisou aos líderes do Congresso americano antes da realização do ataque contra o Irã. 

Ela destacou, por meio das redes sociais, que o presidente americano, Donald Trump, monitora a situação no território iraniano e conversou por telefone com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

“O presidente Trump monitorou a situação durante a noite em Mar-a-Lago, juntamente com membros de sua equipe de segurança nacional. O presidente conversou por telefone com o primeiro-ministro Netanyahu. Antes dos ataques, o secretário Rubio ligou para todos os membros do grupo de oito pessoas para notificar o Congresso, e conseguiu contatar e informar sete dos oito membros. O presidente e sua equipe de segurança nacional continuarão monitorando de perto a situação ao longo do dia”, diz a publicação de Leavitt.

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Entenda o ataque ao Irã

O ataque ao Irã ocorreu na manhã deste sábado. A informação foi divulgada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, e confirmada por Trump.  O ataque foi efetuado “para eliminar ameaças nucleares”, segundo Katz.

Horas após os ataques dos EUA, a base da Marinha dos Estados Unidos no Bahrein foi alvo de mísseis iranianos, informaram as autoridades americanas.

A tensão entre o Irã e os Estados Unidos se arrasta pelos últimos meses. Como mostrou o Metrópoles, esse é o segundo ataque norte-americano contra o regime iraniano em menos de um ano.

O governo brasileiro condenou o ataque. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) expressou grave preocupação diante da situação.

“Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”.