Quase 25% dos americanos acreditam que ataque a Trump foi encenado

Levantamento da NewsGuard ouviu mil adultos nos EUA entre 28 de abril e 4 de maio. Outros 45% consideram o episódio real

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Cerca de 25% dos norte-americanos acreditam que a tentativa de assassinato contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, foi encenada. O atentado ocorreu em 25 de abril, quando o atirador Cole Tomas Allen, de 31 anos, tentou invadir o local armado.

A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (11/5) pela NewsGuard, que avalia a confiabilidade de veículos de comunicação on-line.

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Agentes de segurança após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump ser retirado às pressas do jantar anual com jornalistas correspondentes da Casa Branca em Washington
Jantar com correspondentes da Casa Branca terminou com tiros
Jantar com correspondentes da Casa Branca terminou com tiros
Agentes de segurança após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump ser retirado às pressas do jantar anual com jornalistas correspondentes da Casa Branca em Washington
Vice-presidentes dos EUA, J.D. Vance, após jantar com correspondentes da Casa Branca terminar após tiros
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Agentes de segurança após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump ser retirado às pressas do jantar anual com jornalistas correspondentes da Casa Branca em Washington
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Agentes de segurança após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump ser retirado às pressas do jantar anual com jornalistas correspondentes da Casa Branca em Washington

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Jantar com correspondentes da Casa Branca terminou com tiros
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Vice-presidentes dos EUA, J.D. Vance, após jantar com correspondentes da Casa Branca terminar após tiros
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Homem detido foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, de Torrance, na Califórnia
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Homem detido foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, de Torrance, na Califórnia

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Cole Tomas Allen vai responder por tentativa de assassinato contra Donald Trump
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Cole Tomas Allen vai responder por tentativa de assassinato contra Donald Trump

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Pesquisa mostra divisão partidária sobre ataque

  • O levantamento ouviu mil adultos nos EUA entre 28 de abril e 4 de maio.
  • Segundo os dados, 24% dos entrevistados (um a cada quatro) acreditam que o ataque foi falso, enquanto 45% consideram o episódio real. Já outros 32% disseram não ter certeza.
  • Além disso, cerca de um terço dos eleitores democratas afirmou acreditar que o atentado foi encenado, contra aproximadamente um em cada oito republicanos.
  • Os jovens na faixa etária de 18 a 29 anos também mostraram uma maior tendência a questionar a veracidade do ataque.

Durante o atentado, a hashtag “staged” (“encenado”) esteve entre os tópicos mais comentados no X.

Teorias da conspiração começaram a se espalhar nas redes sociais, sem evidências, sugerindo que o governo Trump teria planejado o ataque para aumentar o suporte político para sí mesmo e ao Partido Republicano.

Casa Branca se pronuncia

O porta-voz da Casa Branca, Davis Ingle, rebateu os resultados da pesquisa. “Qualquer um que pense que o presidente Trump encenou suas próprias tentativas de assassinato é um completo idiota”, declarou.

Já Cole Allen se declarou inocente de todas as acusações durante audiência em um tribunal federal nesta segunda-feira. Allen se pronunciou por meio da defesa dele.

Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, ele responde por quatro crimes e pode ser condenado à prisão perpétua.

Entre as acusações, estão agressão contra agente federal com arma letal, transporte interestadual de arma de fogo e munição com intenção criminosa e disparo de arma de fogo durante crime violento.

Próxima audiência

A próxima audiência do caso está marcada para 29 de junho. Na primeira audiência, realizada poucos dias após o atentado, Allen ainda não havia informado se se declararia culpado ou inocente.

Após ser preso, o suspeito teria confessado à polícia que planejava atacar integrantes do governo Trump, embora os possíveis alvos não tenham sido divulgados.

Trump afirmou acreditar que era o principal alvo do ataque. “Ser presidente é uma profissão perigosa”, disse.

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