Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Mundo

Mergulhador de 40 anos tem braços dilacerados por tubarão-touro na Flórida

Homem foi salvo devido à coragem do capitão do barco que o acompanhava, que pulou na água, após vê-lo ensanguentado

07/09/2026 12:00
Reprodução/Blog do Pescador e NY Post
mergulhador de 40 anos foi atacado por um tubarão-touro e teve ambos os braços dilacerados - Metrópoles

A cerca de 48 km da costa da Flórida, nos Estados Unidos, um mergulhador de 40 anos foi atacado por um tubarão-touro e teve ambos os braços dilacerados pelo animal. Graças ao capitão do barco que o acompanhava, ele conseguiu ser resgatado com vida.

O tubarão-touro, também conhecido como cação-mangona, tubarão-cinza ou ainda como tubarão-de-cabeça-chata, tem a mordida mais forte entre os tubarões. A espécie apresenta, em média, mais de dois metros de comprimento e pode pesar até 130 kg.

O capitão de barco Jacob Johnson estava mergulhando com outras três pessoas, na última terça-feira (1º/9), quando ouviu de um deles: “Socorro, socorro. Fui mordido”, segundo informou a Fox News. 

Ele disse que o chamado tinha senso de urgência, mas também – e surpreendentemente – calma em sua voz, o que fez com que ele achasse se tratar de um incidente menor.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

“Eu estava olhando por cima da borda do barco para zombar dele; pensei que ele tivesse sido mordido por um peixe-gatilho, mas ele estava todo ensanguentado”, afirmou Johnson, que imediatamente se jogou na água para salvar a vítima, que não teve a identidade divulgada.

Eles conseguiram voltar para o barco e todos tentaram estancar o sangue de alguma forma. “Eu apertei bem e perguntei: ‘E aí, como está?’, e ele respondeu: ‘Acho que está apertado demais’. Então apertei de novo e disse: ‘Você não vai morrer sangrando enquanto eu estiver por perto'”. 

Eles chamaram a Guarda Costeira e o homem continuou consciente até ser levado de helicóptero para um hospital. Segundo o NY Post, ele deverá se recuperar, apesar de o tubarão ter atingido uma artéria em um antebraço. O outro braço precisou de dezenas de pontos.

Johnson disse que rezou durante todo o caminho de volta: “Eu estava rezando a Deus para que conseguíssemos voltar em segurança, para que pudéssemos minimizar ao máximo os danos aos seus braços e para que ele pudesse voltar para sua família”, disse ele. “Cada uma de nossas orações não só foi ouvida, como também atendida.”