McDonald’s acusa ex-CEO de destruir provas de relações com funcionárias

Ele foi demitido da empresa após ser acusado de manter relações sexuais com uma colaboradora da rede, pediu desculpas e levou R$ 217 milhões

atualizado 10/08/2020 13:32

Scott Olson/Getty Images

O McDonald’s abriu um processo contra Steve Easterbrook, ex-CEO da empresa, acusando-o de mentir, ocultar provas e praticar fraude. Segundo a denúncia, ele manteve relações sexuais com funcionárias e concedeu um lote lucrativo de ações a uma delas. A informação é do jornal O Globo.

Há oito meses, Easterbrook foi demitido por enviar mensagens com conteúdo sexual (prática conhecida como “sexting”) e por manter relações sexuais com uma funcionária.

Na ocasião, ele pediu desculpas, saiu com uma compensação de aproximadamente R$ 217 milhões (US$ 40 milhões), e a rede de fast food ganhou um novo CEO.

Então, no mês passado, um informante anônimo fez uma nova alegação: Easterbrook teve um relacionamento sexual com outra funcionária do McDonald’s enquanto dirigia a empresa.

A ação, impetrada em um tribunal estadual em Delaware, alega que Easterbrook manteve relações sexuais com três funcionárias do McDonald’s no ano anterior à demissão, e que ele concedeu um lote lucrativo de ações a uma dessas funcionárias.

O McDonald’s disse que busca reaver as opções de ações e outras compensações que a empresa permitiu que Easterbrook mantivesse no outono passado — um pacote no valor de mais de US$ 40 milhões, de acordo com a Equilar, uma empresa de consultoria de remuneração.

Um advogado de Easterbrook não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.

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