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Mundo

Kamala sobre Trump: "Queremos banir armas e eles querem banir livros"

Kamala disse que o republicano representa o passado dos EUA. A vice-presidente frisou de novo que possui uma “visão para o futuro"

25/07/2024 14:43, atualizado 25/07/2024 17:38
Kyle Mazza/Anadolu via Getty Images
Imagem colorida de Kamala Harris - Metrópoles

A vice-presidente e pré-candidata à presidência dos Estados Unidos pelo partido Democrata, Kamala Harris, voltou a atacar Donald Trump em discurso ao sindicato de professores em Houston, no Texas, Estados Unidos, nesta quarta-feira (24/7). Kamala afirmou que o republicano representa o passado do país.

A vice-presidente disse que enfrenta hoje duas propostas diferentes. “Uma focada no futuro e outra focada no passado. Nós estamos lutando pelo futuro”, disse Kamala.

“Nós queremos banir armas de assalto e eles querem banir livros. Pode imaginar isso?”, questionou Kamala.

A pré-candidata à presidência dos Estados Unidos pontuou que o país presencia um “ataque total contra liberdades”. “Enquanto vocês ensinam alunos sobre democracia e governo representativo, extremistas atacam a liberdade sagrada para votar”, ressaltou.

Kamala voltou a reafirmar que a campanha republicana trará um retrocesso aos EUA. Ela criticou novamente o Projeto 2025, atribuído pelos democratas à campanha de Trump, que prejudicaria a população norte-americana, segundo os democratas.

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“O Projeto 2025 é um plano para levar os EUA para levar o país a um passado obscuro”, afirmou.

Kamala salientou ainda que há um ataque contra a liberdade: pelo voto, de viver em segurança, da violência de armas, da “intolerância e do ódio”, de segurança nas escolas, e de direitos reprodutivos.

Visão de futuro

A vice-presidente frisou mais uma vez que possui uma “visão para o futuro” e criticou Donald Trump.

Segundo Kamala, Trump e seus aliados querem cortar benefícios da população, como o Medicare— um programa de acesso à saúde dos EUA para pessoas com mais de 65 anos ou com deficiências.

“Eles querem também eliminar o Departamento de Educação. Isso tiraria a pré-escola de centenas de milhares de crianças”, disse.