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Indonésia reavaliará método de resgate após morte de Juliana Marins

Chefe da Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia prometeu reavaliar o sistema de resgate, mas defendeu esforços das equipes

Madu Toledo27/06/2025 14:03, atualizado 27/06/2025 14:47
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Reprodução/ Redes sociais
Montagem com foto colorida da brasileira Juliana Maris e da equipe de resgate que tenta encontrá-la - Metrópoles

O chefe da Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarnas), Mohammad Syafii, prometeu reavaliar o sistema de resgate de emergência no Monte Rinjani depois da morte de Juliana Marins, brasileira caiu de uma trilha, na ilha de Lomboke, e esperou ser salva na borda do vulcão Rinjani por quatro dias. A família da jovem acusa as equipes de negligência.

“Durante a reunião de avaliação, podem haver coisas que faremos a partir deste incidente. Podemos fornecer treinamento e, em alguns momentos, pode ser necessário adicionar instalações para acelerar o processo de resgate de emergência”, explicou Syafii, nessa quarta-feira (25/6) à noite.

A informação é do portal local Detikbali.

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Juliana Marins
Resgate de Juliana
Juliana Marins morrewu em junho
Resgate na Indonésia
Juliana Marins
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Resgate

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Juliana Marins
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Juliana Marins

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Juliana Marins morrewu em junho
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Juliana Marins morrewu em junho

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Resgate na Indonésia
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Resgate na Indonésia

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Juliana Marins

Rede social/Reprodução
Equipes iniciam resgate do corpo de brasileira em vulcão na Indonésia
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Equipes iniciam resgate do corpo de brasileira em vulcão na Indonésia

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Juliana Marins, 26 anos, é a turista brasileira que caiu em um penhasco enquanto fazia uma trilha na Indonésia
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Juliana Marins, 26 anos, é a turista brasileira que caiu em um penhasco enquanto fazia uma trilha na Indonésia

Reprodução/Redes Sociais

Apesar disso, o chefe da Basarnas reconheceu os esforços das equipes de resgate, que, segundo ele, superaram a meta ao realizar a evacuação do corpo da brasileira em seis horas — uma subida normal da entrada até o ponto onde Juliana caiu, geralmente, leva até oito horas.

Syafii explicou, ainda, que, entre os procedimentos operacionais padrão estabelecidos pela Basarnas, está o de não abandonar a vítima após encontrá-la, independentemente da condição.

“Quando eles encontram uma vítima, eles têm de voar para o acampamento. Essa é a responsabilidade e o procedimento operacional padrão deles, porque são treinados para isso”, contou.

O resgate do corpo de Juliana foi feito om o uso de cordas, já que o processo de resgate por helicóptero não pôde ser realizado devido às condições climáticas.

Família aponta negligência

Em uma publicação no perfil criado no Instagram pelos familiares de Juliana Marins, a família da jovem denuncia que a brasileira sofreu “uma grande negligência” no processo de resgate.

“Juliana sofreu uma grande negligência por parte da equipe de resgate. Se a equipe chegou até ela dentro do prazo estimado de 7h, Juliana ainda estaria viva. Juliana merecia muito mais! Agora nós vamos atrás de justiça por ela, porque é o que ela merece! Não desistam de Juliana!”, diz o texto, publicado na quarta-feira (25/6).

Apesar disso, o laudo da autópsia do corpo da brasileira, divulgado nesta sexta-feira (27/6), indica que Juliana morreu de “fraturas múltiplas e lesões internas” e sobreviveu por cerca de 20 minutos após o trauma.

O Metrópoles apurou que a família de Juliana optou por aceitar que a Prefeitura de Niterói (RJ) pague o traslado do corpo da Indonésia para o Brasil, mesmo após novo decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que permite que os custos sejam cobertos pelo Ministério das Relações Exteriores.