Juliana Marins: família escolhe ajuda de Niterói para pagar translado

Mesmo após o decreto que permite ao Itamaraty pagar o transporte do corpo ao Brasil, a família aceitou a oferta da Prefeitura de Niterói

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Foto colorida da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que morreu após cair de trilha e ficar pesa em vulcão, na Indonésia - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que morreu após cair de trilha e ficar pesa em vulcão, na Indonésia - Metrópoles - Foto: Reprodução/X

A família de Juliana Marins, brasileira encontrada morta após cair durante uma trilha em um vulcão na Indonésia, optou por aceitar que a Prefeitura de Niterói (RJ) pague o translado do corpo da Indonésia, mesmo após novo decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que permite que os custos sejam cobertos pelo Ministério das Relações Exteriores.

Ao Metrópoles o Itamaraty informou que a embaixada brasileira na Indonésia está autorizada a providenciar o atestado de óbito de Juliana, o que deve ocorrer em ainda nesta sexta-feira (27/6).

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), informou, nessa quarta-feira (25/6), que custeará o translado do corpo de Juliana Marins, de cuja família é amigo.

O presidente Lula alterou o decreto que proibia o governo federal de custear o translado de corpos de brasileiros mortos no exterior. A medida agora prevê que dificuldades financeiras e mortes que causam comoção sejam exceções, podendo ter os custos pagos pelo Itamaraty  – desde que haja recursos disponíveis.


Corpo de brasileira na Indonésia

  • A brasileira Juliana Marins foi encontrada morta, nesta terça-feira (24/6), após passar quatro dias à espera do resgate.
  • A jovem era publicitária e compartilhava nas redes sociais diversas experiências em outros países.
  • Na Indonésia, durante uma viagem de mochilão, ela despencou de um penhasco enquanto fazia a trilha do segundo maior vulcão do país, o Rinjani, em Lombok.
  • A carioca caiu em um barranco com centenas de metros de profundidade, em direção ao lago Segara Anak.
  • A autópsia apontou que ela morreu em decorrência de um trauma contundente, que afetou os órgãos internos, além de hemorragia.

Na rede social X, o prefeito contou que conversou com a irmã da brasileira, Mariana, e que assumiu o compromisso de custear a viagem que trará o corpo de Juliana da Indonésia para Niterói.

Mesmo após o decreto que permite ao Itamaraty pagar o traslado do corpo, a família optou que a Prefeitura trouxesse Juliana de volta ao Brasil.

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Imagem colorida de Juliana Marins, enquanto aguarda resgate em vulcão da Indonésia
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Juliana Marins, 26 anos, é a turista brasileira que caiu em um penhasco enquanto fazia uma trilha na Indonésia
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Autópsia

A autópsia realizada no corpo de Juliana Marins aponta que ela morreu em decorrência de trauma contundente, que afetou os órgãos internos, além de hemorragia. O resultado da autópsia, realizada em Bali, foi divulgado nesta sexta.

De acordo com o especialista forense Ida Bagus Alit, “foram encontrados ossos quebrados. Principalmente na região do peito, nas costas, na coluna e nas coxas”.

Segundo o médico, os ossos quebrados provocaram danos aos órgãos internos e sangramento, sendo que o mais intenso e abundante ocorreu no tórax e no abdômen, de acordo com o jornal Kompas, da Indonésia.

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