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Mundo

Hamas liberta mais três reféns em meio a incertezas sobre cessar-fogo

Neste sábado (15/2), os reféns israelenses serão soltos pelo Hamas em troca de 369 prisioneiros palestinos

15/02/2025 02:00, atualizado 15/02/2025 09:16
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David Silverman/Getty Images
Imagem colorida mostra apoiadores segurando bandeiras do movimento - Metrópoles

O Hamas vai liberar mais três reféns israelenses da Faixa de Gaza, neste sábado (15/2), em meio às recentes ameaças sobre o futuro do cessar-fogo com Israel. Em troca, 369 palestinos devem ser soltos de prisões israelenses.


Cessar-fogo

  • O acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas é dividido em três partes. 
  • Na primeira delas, a previsão é de que 33 reféns israelenses sejam soltos em troca de cerca de mil prisioneiros palestinos. 
  • Até o momento, 16 reféns já foram soltos de Gaza e voltaram a Israel. Em troca, cerca de 700 palestinos também ganharam liberdade. 

As três pessoas que serão libertadas pelo grupo palestinos foram identificadas como: Sasha Alexander Trubnov, Sagi Dekel Han e Yair Horn. 

A nova rodada de troca de reféns por prisioneiros palestinos acontece após uma semana de incertezas sobre o futuro do cessar-fogo entre Israel e Hamas, que teve início em 19 de janeiro.

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Ataque aéreo israelense em Gaza
Hamas liberta mais três reféns em meio a incertezas sobre cessar-fogo - imagem 3
Visão da destruição como resultado do ataque do exército israelense à cidade de Khan Younis, no sul de Gaza
Hamas liberta mais três reféns em meio a incertezas sobre cessar-fogo - imagem 5
Hamas liberta mais três reféns em meio a incertezas sobre cessar-fogo - imagem 6
Cronograma da primeira fase do cessar-fogo entre Israel e Hamas
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Cronograma da primeira fase do cessar-fogo entre Israel e Hamas

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Ataque aéreo israelense em Gaza
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Ataque aéreo israelense em Gaza

Mahmoud Bassam/Anadolu via Getty Images
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Ali Jadallah/Anadolu via Getty Images
Visão da destruição como resultado do ataque do exército israelense à cidade de Khan Younis, no sul de Gaza
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Visão da destruição como resultado do ataque do exército israelense à cidade de Khan Younis, no sul de Gaza

Hani Alshaer/Anadolu via Getty Images
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Fadel Itani/NurPhoto via Getty Images

De acordo com o plano, dividido em três partes, a previsão inicial era de que 33 reféns fossem libertados de Gaza em troca da liberação de cerca de mil palestinos detidos por Israel.

Contudo, o Hamas acusou Israel de não cumprir partes do acordo e ameaçou adiar a entrega dos cativos neste sábado. A declaração gerou ameaças não só por parte de Benjamin Netanyahu, que prometeu terminar com o cessar-fogo caso os israelenses não fossem libertados, como também de Donald Trump.

Após a ameaça do grupo extremista, o presidente dos Estados Unidos disse que aconselharia Israel a romper o pacto, e deixar o “inferno explodir” na Faixa de Gaza. Depois de pressão de mediados do Catar e Egito, o Hamas recuou e decidiu cumprir o combinado.