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Copa do Mundo 2026Mundo

Haaland virou nome de centenas de bebês no Peru

Maior parte das homenagens para Haaland foram registradas após a vitória da Noruega sobre o Brasil nas oitavas de final

11/07/2026 02:40
Steph Chambers - FIFA/FIFA via Getty Images
Foto colorida de Haaland com o uniforme da Seleção da Noruega em estádio de futebol - Metrópoles

O nome do algoz da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026, Erling Haaland, vai nomear ao menos 593 bebês peruanos. De acordo com o Registro Nacional de Identificação e Estado Civil do país (Reniec), os registros de recém-nascidos com o nome do norueguês dispararam após o início do Mundial e o auge foi depois da vitória sobre o Brasil. 

A lei peruana permite que os pais registrem os bebês com nomes em homenagens a pessoas famosas, contando que não haja violação de direitos fundamentais.

O porta-voz da Reniec, Iván Torres, informou ao jornal La República que há quatro registros de pessoas como Erling Braut Haaland, 91 como Erling Haaland e outras 468 com apenas Haaland como primeiro nome.

De acordo com a agência France-Press, a maior parte das homenagens foi registrada após a vitória da Noruega sobre o Brasil, com dois gols de Halaand, pelas oitavas de final. Com o resultado, o país nórdico chegou pela primeira vez às quartas de final do Mundial e o Brasil amargou a segunda pior campanha da história na competição.

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Apesar de Haaland ter se tornado um nome popular nesta Copa do Mundo, outros jogadores estão no topo da lista de homenageados no país. Neymar, por exemplo, é o nome de 33 mil peruanos. O brasileiro Endrick também tem ganhado destaque, com 3.332 inscritos.

Peru x Copa do Mundo

A última participação em Copas do Mundo do Peru foi em 2018, na Rússia. Nas eliminatórias para o Mundial de 2026, a seleção terminou em 9° lugar. Treinados pelo técnico brasileiro Mano Menezes, os peruanos agora se preparam para o novo ciclo de 2030.

O Mundial de 2026 igualou o pior resultado para os sul-americanos. Somente uma seleção do continente, a Argentina, se classificou para as quartas de final. O desempenho se iguala a 1938 (França), 1990 (Itália) e 2006 (Alemanha), quando apenas uma seleção americana, o Brasil, em todas, chegou às quartas de final.