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Mundo

Diário de guerra: países pedem paz em meio ao risco de faltar comida

Metrópoles traz guia com as principais notícias do dia: mais famintos no mundo, comida 20% mais cara e esforços para um cessar-fogo

12/03/2022 00:01
ERIC FEFERBERG/POOL/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Emmanuel Macron, presidente da França -- Metrópoles

Desestabilizar. Esse foi o verbo usado pelo presidente francês, Emmanuel Macron (foto em destaque), ao falar que pode faltar comida no prato de parte do mundo. A guerra entre a Rússia e a Ucrânia efetivamente já começou a desestabilizar a oferta de alimentos na Europa e na África. O problema pode se prolongar pelos próximos 18 meses.

Para o líder francês, que tem tentado costurar uma acordo de cessar-fogo, somente o fim do conflito poderá atenuar a situação dramática. “Devemos nos preparar e reavaliar nossas estratégias de produção”, alertou nessa sexta-feira (11/3).

O G7, grupo que reúne os países mais ricos do mundo, admitiu que o número de famintos vai aumentar e que a comida pode ficar até 20% mais cara no mundo todo.

O mundo acompanha os desdobramentos das conversas entre russos e ucranianos. Nessa sexta-feira, a vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Haris; a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; e o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, trataram da guerra e pediram paz.

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Dos norte-americanos vieram mais sanções. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, proibiu a compra de bebidas (como vodka), pescados (como o caviar) e pedras preciosas (como diamantes) russos. Reino Unido e União Europeia estudam mais penalidades.

Veja, a seguir, os principais fatos do dia selecionados pelo Metrópoles: