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Minas Gerais

Polícia volta a prédio de capitã morta em BH em busca de provas

Os investigadores foram até o local, nesta terça-feira (28/7) para coletar mais provas que ajudem nas investigações sobre a morte da capitã

28/07/2026 18:35, atualizado 28/07/2026 18:36
Redes sociais/ Reprodução
Eduardo Abner Pereira de Oliveira foi preso em flagrante por suspeita de feminicídio da esposa, a capitã Michele Leão Azevedo.

Belo Horizonte – A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) esteve no apartamento onde a capitã da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), Michele Leão Azevedo, de 41 anos morava com o esposo, preso por suspeita de feminicídio. Os investigadores foram até o local, nesta terça-feira (28/7) para coletar mais provas que ajudem nas investigações sobre a morte da capitã, ocorrida na segunda-feira (20/7).

O principal suspeito da morte é o marido da capitã, o 3º Sargento da PMMG Eduardo Abner Pereira de Oliveira, de 37 anos. Ele está preso preventivamente pelo crime de feminicídio.

A pedido da defesa do sargento, o caso foi colocado sob sigilo pela Justiça, para “resguardar direitos fundamentais, como a intimidade e a vida privada dos envolvidos”.

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Sargento leva companheira desacordada
Sargento leva companheira, capitã da PM, desacordada
3º sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, da PMMG
A capitã chegou morta ao hospital
Capitã da Polícia Militar de MG Michele Leão Azevedo
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Capitã da Polícia Militar de MG Michele Leão Azevedo

PMMG/Reprodução
Sargento leva companheira desacordada
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Sargento leva companheira desacordada

Câmera de segurança/reprodução
Sargento leva companheira, capitã da PM, desacordada
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Sargento leva companheira, capitã da PM, desacordada

Câmera de segurança/reprodução
3º sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, da PMMG
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3º sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, da PMMG

Reprodução/redes sociais
A capitã chegou morta ao hospital
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A capitã chegou morta ao hospital

Reprodução/PMMG

Sobre o caso

Eduardo Abner foi preso em flagrante na noite da última segunda-feira (20/7) após levar a esposa, a capitã Michele, já sem vida, ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte.

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Em depoimento, o sargento afirmou que os dois consumiram bebidas alcoólicas e ecstasy e que Michele teria caído de uma escada após práticas sexuais consensuais envolvendo agressões. Segundo ele, a capitã recusou atendimento médico e morreu horas depois.

A versão, porém, passou a ser contestada pela Polícia Civil. Exames preliminares apontaram múltiplas lesões pelo corpo da vítima, incluindo marcas compatíveis com chicotadas e um grave ferimento no rosto. A investigação também apura relatos de familiares sobre um histórico de relacionamento abusivo.

Durante o atendimento no hospital, Eduardo ainda foi flagrado tentando descartar uma caixa com 18 comprimidos de ecstasy em uma lixeira, motivo pelo qual também passou a responder por tráfico de drogas.