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Minas Gerais

Polícia vê indícios de latrocínio em caso de casal morto em BH

Objetos do casal teriam sido levados pela suspeita; hipótese de latrocínio ganha força, mas outras linhas seguem sendo apuradas

01/07/2026 15:32
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Reprodução/Redes sociais
Polícia vê indícios de latrocínio em caso de casal morto em BH

Belo Horizonte — A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou, nesta quarta-feira (1º/7), que localizou objetos que podem ter sido usados no assassinato do advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e da empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, além de caixas que indicam ser de objetos supostamente roubados do apartamento onde morava o casal, no bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

De acordo com a polícia, as evidências reunidas até o momento apontam para a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte). Apesar disso, a polícia ressalta que nenhuma outra linha investigativa foi descartada.

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O advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram mortos à facadas
A principal suspeita pela morte é uma mulher que teria sido indicada para trabalhar na casa dos dois
Casal foi encontrado morto no apartamento de luxo onde vivia em BH
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Casal foi encontrado morto no apartamento de luxo onde vivia em BH

Redes sociais/ Reprodução
O advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram mortos à facadas
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O advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram mortos à facadas

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A principal suspeita pela morte é uma mulher que teria sido indicada para trabalhar na casa dos dois
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A principal suspeita pela morte é uma mulher que teria sido indicada para trabalhar na casa dos dois

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O casal foi encontrado morto na terça-feira (30/6), após o filho estranhar a falta de contato com os pais e ir até o apartamento. Conforme a investigação, os dois foram mortos com ao menos 24 facadas e apresentavam sinais de defesa.

Há uma suspeita identificada. Imagens do circuito interno de segurança mostram que ela entrou no prédio na manhã de segunda-feira (29/6) carregando apenas uma bolsa e deixou o local cerca de oito horas depois usando roupas diferentes e levando duas sacolas grandes, além de uma bolsa reconhecida pela família como pertencente à empresária.

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher foi para a casa da tia, em Ribeirão das Neves, após deixar o prédio e teria informado que viajaria para o Espírito Santo no dia seguinte ao crime. Até o momento, ela não foi localizada, e ninguém foi preso.

A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento para esclarecer a dinâmica do crime e identificar todos os envolvidos.