Minas Gerais gera quase 9 mil empregos formais em abril
Estado mantém saldo positivo desde janeiro e segue entre líderes nacionais na criação de vagas com carteira assinada
atualizado
Compartilhar notícia

Belo Horizonte – Minas Gerais registrou saldo de 8.991 novos empregos com carteira assinada em abril de 2026, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados nesta quinta-feira (28/5). O resultado é fruto de 238.791 admissões e 229.800 desligamentos, mantendo a sequência de saldos positivos registrada pelo estado desde janeiro deste ano.
Com o desempenho de abril, Minas já acumula 78.917 novos postos formais de trabalho no primeiro quadrimestre de 2026. No cenário nacional, o estado segue entre os três que mais geraram empregos no país no período e permanece como o segundo maior em número de trabalhadores com carteira assinada, totalizando 4.937.966 vínculos formais nos setores público e privado.
O resultado reforça o ciclo de crescimento econômico observado em Minas desde 2019, impulsionado por políticas de atração de investimentos, desburocratização e qualificação profissional. Desde então, o estado já criou mais de 1 milhão de empregos formais, alcançando a menor taxa de desemprego da história no quarto trimestre de 2025.
O secretário de Estado em exercício de Desenvolvimento Social, Ricardo Alves, destacou a qualificação profissional como um importante investimento para sustentar o crescimento do mercado de trabalho em Minas.
“Minas Gerais segue criando empregos porque o Estado investiu em preparar o trabalhador mineiro para as oportunidades que o mercado está gerando por meio de programas de qualificação e empregabilidade que conectam as pessoas às vagas disponíveis em todas as regiões do estado”, afirmou.
Setores que mais geraram empregos
Entre os setores da economia, Serviços liderou a criação de vagas em abril, com saldo de 5.793 postos. Em seguida aparecem Construção Civil, com 3.658 empregos, Agropecuária, com 954, e Indústria, com 415 novas vagas. O Comércio foi o único setor a apresentar saldo negativo no período, com fechamento de 1.856 postos de trabalho.