Homem é indiciado por agredir e manter mulher em cárcere privado em MG

O homem foi indiciado por agressões, ameaças e seis dias de prisão doméstica em Caratinga; vítima foi resgatada pela janela pela PM

atualizado

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W Prasongsin Stulio/Getty Images
Foto genérica para matérias sobre violência contra mulher, feminicídio, abuso.
1 de 1 Foto genérica para matérias sobre violência contra mulher, feminicídio, abuso. - Foto: W Prasongsin Stulio/Getty Images

Belo Horizonte – Um homem de Caratinga, na Zona da Mata, foi indiciado pelos crimes de lesão corporal, ameaça e extorsão mediante privação de liberdade, no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher. De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG),  a vítima ficou cerca de seis dias impedida de sair da residência, sob constante vigilância e com barreiras físicas que dificultavam qualquer tentativa de fuga.

Durante o período de privação de liberdade, a mulher sofreu agressões físicas graves, incluindo esganadura, golpes com objeto perfurante, socos e ameaças de morte. Exames periciais confirmaram as lesões corporais. O agressor condicionava a libertação ao pagamento de valores relacionados a uma suposta dívida de drogas.

As investigações começaram após o Ministério Público receber denúncias de que a vítima estava sendo agredida e mantida em cárcere privado desde o dia 27 de março. Diante das informações, a Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica da Polícia Militar realizou uma operação e resgatou a mulher, que foi retirada pela janela do imóvel. O suspeito foi preso em flagrante.

As apurações revelaram ainda que familiares da vítima já haviam feito pagamentos anteriores para conseguir a libertação dela em outras ocasiões, sugerindo a repetição da conduta criminosa.

A vítima conseguiu pedir socorro à família por meio de mensagens enviadas de forma discreta, o que foi decisivo para a intervenção rápida das autoridades.

Com base em depoimentos, laudos periciais e registros audiovisuais, a Polícia Civil concluiu as apurações e indiciou o investigado pelos crimes cometidos no âmbito da violência doméstica. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.

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