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Ministro Guilherme Boulos viajou a Belo Horizonte para defender fim da escala 6×1 e falou sobre o caso Flávio Bolsonaro

atualizado

metropoles.com

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Boulos diz que caso Vorcaro põe mandato de Flávio Bolsonaro em xeque

Belo Horizonte – O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, disse que, apesar de defender “amplo direito de defesa e presunção de inocência”, acredita que “ninguém que ouviu aquilo acredita que isso era pra filme”, ao falar do dinheiro pedido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Boulos viajou para a capital mineira nesta quinta-feira (21/5) para defender o fim da escala de trabalho 6×1, mas foi questionado sobre Flávio e avaliou que mesmo o mandato de senador dele estaria em risco. Ele participou de encontro político na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e tem mais agendas em Belo Horizonte ao longo do dia.

“A prova veio antes da acusação. O cidadão não era nem indiciado e de repente veio a prova dele pedindo R$ 134 milhões pro Vorcaro, para um filme que, aqui entre nós, acho que ninguém que ouviu aquilo acredita que isso era pra filme. E quanto mais fala, mais se enrola, mais confessa”, disse Boulos, referindo-se a Flávio, Vorcaro e o financiamento ao filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O ministro de Lula seguiu: “O senador Flávio Bolsonaro deve explicações para a polícia e para o Conselho de Ética do Senado”, disse o ministro. “Porque ele queria se colocar para a presidência da República. Nesse momento, acho que o que tá em xeque é o próprio mandato dele como senador da República, porque ele precisa se explicar pela quebra de decoro que ele cometeu”, concluiu.

Escala 6×1 e Nikolas Ferreira

O ministro Guilherme Boulos está em Minas para promover para além do Congresso o debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1. Em conversa com a imprensa, ele reafirmou o compromisso do governo Lula em definir a questão este ano e sem fazer concessões à oposição.

Nesse momento ele acusou o deputado mineiro Nikolas Ferreira (PL) de querer incluir uma emenda “bolsa-patrão” no debate, que seria uma compensação aos empresários pela redução de jornada.

“O relator rejeitou emendas que são descabidas”, disse Boulos. “Querer botar jornada ilimitada, 10, 12 anos para começar a valer não é razoável. Querer botar bolsa-patrão igual um deputado aqui de Minas Gerais, o Nikolas Ferreira, propôs, isso não é razoável”, seguiu o ministro.

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