26 de novembro de 1922: múmia de 3 mil anos teria lançado uma maldição

A descoberta do túmulo de Tutancâmon, com seus mais de 5 mil objetos de ouro maciço, renova o interesse pelo Egito antigo

atualizado 26/11/2020 5:58

Máscara TutancâmonReprodução Educalingo

Luis Fernando Guimarães até já escreveu um micro-conto sobre isto: há vários Egitos, um mais antigo que o outro. A civilização do Rio Nilo marcou duravelmente os séculos precedentes o nascimento de Jesus Cristo. E suas lendas colorem os bailes a fantasia e figurinos de novelas e filmes regularmente.

Cleópatra, é claro, tem um lugar especial nesta história. Afinal, é o primeiro registro seguro que temos de uma mulher reinando sobre meio-mundo. E olhe que a outra metade do tal mundo nem tinha sido descoberta.

Mas o que ajudou bastante a construir a lenda e a até mesmo a genealogia dos faraós foram o tratamento que os egípcios davam a seus mortos. É só pensar que seus túmulos, as pirâmides, fazem parte dos monumentos mais visitados no mundo que já dá uma dimensão dos verdadeiros eventos que eram os funerais dos líderes.

Se o aspecto externo das últimas residências já impressionam, imagine a surpresa quando os exploradores ocidentais começaram a penetrar as construções e descobrir grandes tesouros nas câmaras mortuárias. Quilos de ouro maciço para os gananciosos, múmias para os historiadores.

Em 26 de novembro de 1922, é aberto o túmulo de Tutancâmon. E a morte repentina, semanas depois, de quem foi o primeiro entrar, lançou no mundo aterrorizado a lenda da “Maldição da Múmia”. Será mesmo que este jovem de 18 anos que morreu de malária há 3,3 mil anos era tão maléfico?

Os Cabeças da Notícia da Radio Metrópoles te contam o que havia no túmulo do jovem faraó, nesta quinta-feira (26/11) pelo aplicativo para o mundo inteiro (e até mesmo dentro das pirâmides) e em 104.1 FM em Brasília e região.

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