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Janela Indiscreta

Projeto quer autorizar enterro de pets em túmulos das família dos tutores

De acordo com a proposta, a medida valeria para cães e gatos, e englobaria tanto cemitérios públicos quanto particulares

17/09/2020 14:48, atualizado 17/09/2020 14:49
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Reprodução/ FreePik
Pata de filhote em cima de uma mão

Um projeto de lei que tramita desde 2019 na Câmara Legislativa (CLDF) pretende autorizar que pets mortos sejam enterrados em túmulos da família dos tutores, localizados nos cemitérios do Distrito Federal. A princípio, caso aprovada, a medida valeria prioritariamente para cães e gatos.

“Os raros cemitérios e crematórios particulares destinados a animais domésticos cobram altíssimas taxas, inviabilizando a utilização pela maioria de seus donos. Além disso, como os cães e gatos mantém estreitos vínculos afetivos com a família, quando um deles vem a falecer, além do sofrimento da perda, os donos em geral se desesperam sem saber onde enterra-los”, argumenta o autor da proposta, deputado distrital Daniel Donizet (PL).

Pela proposta, os cemitérios de entidades particulares poderão estabelecer regras próprias para o sepultamento de animais domésticos em campas, jazigos e gavetas. A matéria aguarda parecer da Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo (CDESCTMAT) antes de seguir para a análise de mérito, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Atualmente, enterrar o animal em casa (ou em algum outro terreno) e descartá-lo em local inapropriado é crime ambiental, de acordo com o artigo 54 da Lei nº 9.605, e pode ter como punição multa e reclusão de até quatro anos. Por isso, há cemitérios de animais no Entorno, já que no Distrito Federal o serviço ainda não é permitido. Nesses locais, que são particulares, um sepultamento pode chegar a R$ 400, a depender do porte do animal.

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No local, os tutores podem fazer homenagem no memorial
A organização do cemitério é feita com placas de identificação. Além disso, o tutor pode optar por comprar um jazigo individual e utilizá-lo para colocar outros animais futuramente
Após dois anos, o animal é exumado e o tutor pode escolher fazer a cremação dos ossos
Muitos tutores optam por fazer uma despedida para o pet
O cemitério dos pets funciona como o dos humanos. Os tutores pagam uma taxa anual para manter o jazigo, além de poder visitar o animal quando quiser
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O cemitério dos pets funciona como o dos humanos. Os tutores pagam uma taxa anual para manter o jazigo, além de poder visitar o animal quando quiser

Reprodução/MemorialJardimDosAnimais
No local, os tutores podem fazer homenagem no memorial
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No local, os tutores podem fazer homenagem no memorial

Reprodução/MemorialJardimDosAnimais
A organização do cemitério é feita com placas de identificação. Além disso, o tutor pode optar por comprar um jazigo individual e utilizá-lo para colocar outros animais futuramente
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A organização do cemitério é feita com placas de identificação. Além disso, o tutor pode optar por comprar um jazigo individual e utilizá-lo para colocar outros animais futuramente

Reprodução/MemorialJardimDosAnimais
Após dois anos, o animal é exumado e o tutor pode escolher fazer a cremação dos ossos
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Após dois anos, o animal é exumado e o tutor pode escolher fazer a cremação dos ossos

Reprodução/MemorialJardimDosAnimais
Muitos tutores optam por fazer uma despedida para o pet
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Muitos tutores optam por fazer uma despedida para o pet

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