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André Clemente no TCDF: Nunes Marques determina que PGR se manifeste

Além disso, ministro da Suprema Corte quer ouvir a Procuradoria-Geral e o restante dos envolvidos no processo de nomeação

17/12/2021 22:03, atualizado 18/12/2021 00:10
Felipe Menezes/Metrópoles
Tribunal de Contas do DF (TCDF)

O ministro Nunes Marques do Supremo Tribunal Federal (STF) quer ouvir a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria Geral da República (PGR) sobre a indicação de André Clemente ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do DF (TCDF). O magistrado é o relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que decide a suspensão da nomeação.

A ação chegou à Suprema Corte após petição da Associação Nacional dos Ministros e Conselheiros Substitutos dos Tribunais de Contas (Audicon). A entidade argumentou que a Constituição Federal foi violada nos artigos que tratam da composição heterogênea e proporcional do Tribunal de Contas.

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Governador indicou André Clemente à vaga do TCDF
Cargo será ocupado por Clemente
Antes dele, apenas Joaquim Roriz havia alcançado novo mandato à frente do GDF
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Antes dele, apenas Joaquim Roriz havia alcançado novo mandato à frente do GDF

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Governador indicou André Clemente à vaga do TCDF
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Governador indicou André Clemente à vaga do TCDF

P. H. Carvalho/Agência Brasília
Cargo será ocupado por Clemente
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Cargo será ocupado por Clemente

Gustavo Moreno/especial Metrópoles

André Clemente foi indicado para a vaga de conselheiro pelo governador Ibaneis Rocha (MDB). O nome dele foi aprovado pela Câmara Legislativa, mas enfrenta resistência. É que Clemente não é auditor conselheiro substituto do TCDF.

A Audicon afirma que a indicação de um componente que não tem carreira de auditor subverte o modelo constitucional de composição da corte e representa um retrocesso no desenho institucional do TCDF.

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Nunes Marques afirma que a publicação de medida cautelar em uma ADI é excepcional e, por isso, chama as partes envolvidas a se pronunciarem. Deverão manifestar-se ao STF o governador Ibaneis Rocha (MDB), a procuradora-geral do DF, Ludmila Lavocat Galvão, e a Câmara Legislativa do DF (CLDF).