Guia F1: confira as principais mudanças e como chega cada equipe
A Fórmula 1 retorna nesta semana, entre 5 e 8 de março, na Austrália, com maior mudança de regulamento da história
atualizado
Compartilhar notícia

Após dois meses e 12 dias de espera, a Fórmula 1 abre, nesta semana, a etapa inaugural da temporada 2026. A corrida, primeira entre 24 previstas para o ano de 2026, será disputada na Austrália, com os primeiros treinos na quinta-feira (5/3) e a corrida no domingo (8/3).
Além disso, a semana também marca a estreia da maior alteração de regulamento da categoria na história da Fórmula 1.
Mesmo com as mudanças, a Fórmula 1 tenta manter o equilíbrio visto no fim de 2025, quando a McLaren, com Norris, desbancou a hegemonia de Verstappen e da Red Bull para garantir o título mundial. Agora, o desafio é descobrir qual engenheiro interpretou melhor as regras para a nova temporada.
Equipes e pilotos
Para 2026, o grid estará dividido em 11 equipes e 22 pilotos. Diferente das temporadas passadas, em que apenas 10 escuderias competiram, a nova contará com a estreante Cadillac.
- McLaren: Oscar Piastri e Lando Norris;
- Mercedes: George Russell e Kimi Antonelli;
- Ferrari: Charles Leclerc e Lewis Hamilton;
- Williams: Carlos Sainz e Alex Albon;
- Red Bull: Max Verstappen e Isack Hadjar;
- Audi: Gabriel Bortoleto e Nico Hülkenberg;
- Haas: Esteban Ocon e Oliver Bearman;
- Alpine: Pierre Gasly e Franco Colapinto;
- Racing Bulls: Liam Lawson e Arvid Lindblad;
- Aston Martin: Fernando Alonso e Lance Stroll;
- Cadillac: Valtteri Bottas e Sérgio Perez.
Novo sistema de classificação
Com 22 carros na pista, uma das principais mudanças para a F1 2026 é a classificação. Para acomodar o novo volume, a FIA alterou o sistema de cortes, embora o tempo de cada sessão (18, 15 e 12 minutos) permaneça igual.
Agora, o Q1 e o Q2 eliminam seis pilotos cada, em vez de cinco como ocorria anteriormente. O objetivo é manter o Q3 com apenas 10 carros disputando a pole position.
Regulamento técnico
Os carros estão 30 kg mais leves e o DRS foi extinto. Em seu lugar, entra a aerodinâmica ativa com os modos “Z” (pressão em curvas) e “X” (velocidade em retas), acionados eletronicamente pelos pilotos.
A potência agora é dividida: 50% vem do motor a combustão e 50% do sistema elétrico. O gerenciamento de energia virou o maior desafio para os pilotos.
Pré-temporada
Nos testes no Bahrein, a McLaren liderou a quilometragem com 817 voltas. Mercedes e Ferrari também impressionaram, com Leclerc, da equipe de Maranello, como o mais rápido em todos os testes.
O brasileiro Gabriel Bortoleto teve uma estreia sólida pela Audi, com 347 voltas. A equipe alemã mostrou confiabilidade e ritmo de meio de pelotão, dissipando os rumores de um início lento para o brasileiro e para a escuderia.
Já a Aston Martin, chega como a equipe mais fraca. A equipe teve problemas na bateria e integração com o motor Honda, que diminuíram a potência do carro.
















