Com Oscar, basquete brasileiro perdeu cinco lendas em pouco mais de um ano
O recordista olímpico se junta a uma lista recente de perdas históricas que inclui os bicampeões mundiais da década de 60
atualizado
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O basquete brasileiro viveu mais um momento de luto com a morte de Oscar Schmidt, nesta sexta-feira (18/4). Considerado um dos maiores nomes da história do esporte no país, o “Mão Santa” se junta a uma lista recente de ídolos que faleceram nos últimos 16 meses.
Antes dele, o Brasil já havia se despedido de Amaury Passos, Wlamir Marques, Cláudio Mortari e Marquinhos Abdalla, todos personagens fundamentais na construção da trajetória vitoriosa da modalidade.
Amaury, bicampeão mundial com a seleção nos anos 1960 e membro do Hall da Fama, morreu em dezembro de 2024, aos 89 anos. Poucos meses depois, em março de 2025, foi a vez de Wlamir Marques, o “Diabo Loiro”, outro símbolo daquela geração histórica bicampeã mundial e medalhista olímpica.
No fim de 2025, o basquete perdeu Cláudio Mortari, um dos técnicos mais vitoriosos do país, campeão mundial de clubes com o Sírio em 1979 e ex-comandante da seleção brasileira.
Já em março deste ano, Marquinhos Abdalla também faleceu. Ex-jogador da seleção, disputou três Olimpíadas e entrou para a história como o primeiro brasileiro escolhido no Draft da NBA.
Agora, com a morte de Oscar Schmidt aos 68 anos, o basquete nacional se despede de mais um gigante. Maior cestinha da história da Seleção Brasileira e recordista olímpico em pontos, ele deixa um legado que atravessa gerações e consolida seu nome entre os maiores do esporte mundial.
