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Televisão

Crítica: "Tá no Ar" é disparado o melhor programa da TV aberta

A atração comandada pelos humoristas, Marcelo Adnet e Marcius Melhem, estreou com sucesso a quarta temporada

Luiz Prisco25/01/2017 12:04, atualizado 25/01/2017 14:44
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Globo/Mauricio Fidalgo
Crítica: “Tá no Ar” é disparado o melhor programa da TV aberta

A primeira sensação é de dúvida. “Como há quatro anos a Globo deixa isso acontecer?”. Um programa que, regularmente, ironiza os anunciantes e a própria emissora. Isso é o “Tá na Área: a TV na TV”. Certamente, o melhor humorístico da televisão aberta.

Marcelo Adnet e Marcius Melhem, com a colaboração do brasiliense Welder Rodrigues, pisam nos concorrentes. Cheio de humor “internético”, é quase uma “TV Pirata” dos tempos das redes sociais. Não acredita? Veja como bombam as esquetes no Facebook e no Twitter.

No primeiro episódio da quarta temporada, que foi ao ar nessa terça-feira (24/1), os humoristas mostraram que não perderam o ritmo. A esquete sobre a “Faber Cartel” merece aplausos. “Aquarela”, de Toquinho e Vinícius de Moraes, virou uma crítica às delações premiadas — afinal, quem rouba, mas delata, segue a vida tranquilo.

As delações, por sinal, voltaram a aparecer na esquete “A Dama da Delação”. A zoeira sobrou até para os filmes nacionais, que seguem um padrão estético… bem peculiar.

O quadro “Canto da Torcida” mostrou o que todo mundo pensa: por que as apresentadoras e os apresentadores do “Globo Esporte” precisam gritar tanto?. É praticamente impossível não rir do exagero escalafobético.

No entanto, nem tudo deu certo. A participação da cantora Sandy soou velha. Oras, desde que ela disse que sente prazer anal, em entrevista à “Playboy”, apostar em quebrar a imagem de menininha perfeita não cola.

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