Filme de Kristen Stewart, A Cronologia da Água ganha data de estreia

Após première no Festival do Rio, A Cronologia da Água ganha data de estreia no Brasil. Filme marca primeira direção de Kristen Stewart

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Rio de Janeiro – Com filmes como a saga Crepúsculo e Branca de Neve e o Caçador no currículo, Kristen Stewart agora chega aos cinemas como diretora. A Cronologia da Água, que estreou em Cannes e será apresentado pela primeira vez no Brasil no Festival do Rio, chega em 15 de janeiro aos cinemas de todo o país.

O filme adapta o livro de memórias de Lidia Yuknavitch, no qual a escritora e professora conta a própria história. Na trama, ela atravessa a infância e juventude marcados por abuso sexual, violência e drogas, enquanto utiliza o nado como fuga. Após ver a vida ruir, ela se reencontra na escrita.

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“A Cronologia da Água é um convite: a testemunhar a feiura, sentar com a vergonha e emergir sabendo que seu corpo e sua história pertencem a você. É um convite para parar de se esconder. Minha esperança é que o público saia entendendo que reivindicar sua voz (…) é um ato de poder radical”, avaliou Kristen.

Embora o filme chegue aos cinemas apenas em janeiro, é possível assisti-lo em três sessões no Festival do Rio: quarta (8/10), às 19h30, no Cine Odeon; sexta (10/10), às 16h, no Estação NET Botafogo 1; e domingo (12/10), às 19h15, no Estação NET Gávea 5.

Primeiras impressões

Do outro lado das câmeras, Kristen Stewart aparece em lugar confortável. A atriz, e agora diretora, aposta em dinamismo e certo mistério para entregar uma experiência visceral ao espectador.

A mistura de flashbacks que não são claros, com som envolvente e histórias fora de ordem reforçam a ideia de como funciona a memória, com momentos que aparecem no inesperado.

Não é preciso ver muito do filme para entender a dor de Yuknavitch e sentir nojo de quem tira a oportunidade dela crescer e se descobrir. Ao longo do filme, a constante tensão faz com que o medo ganhe espaço e faça o espectador temer o que mais pode acontecer.

Kristen acerta e envolve com um trama que não é segredo para ninguém, mas que ganha contornos bem assinados e mantém um bom ritmo para as mais de duas horas de filme.

*A repórter viajou a convite do Festival do Rio.

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