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Kristen Stewart escolhe elenco de seu primeiro filme como diretora

Atriz de filmes alternativos como Certas Mulheres (2016) e Personal Shopper (2016) estreia como cineasta adaptando um livro de memórias

atualizado 28/10/2021 20:57

kristen stewart em premiere de spencer em los angelesAmy Sussman/Getty Images

Aos 31 anos, Kristen Stewart se prepara para estrear como diretora de cinema. Ainda sem data de lançamento definida, o longa independente The Chronology of Water adapta o livro de memórias homônimo de Lidia Yuknavitch. Stewart contou, em entrevista à Variety, que já começou a escolher o elenco do filme. E adiantou que não pretende atuar no projeto.

“Levou o tempo de que precisava. Às vezes um filme desses leva uma década para ficar ponto. Estamos escalando o elenco e achando nossa Lidia Yuknavitch”, contou Stewart, no radar de possível indicação ao Oscar 2022 pela atuação no drama biográfico Spencer, no qual vive Lady Di, a princesa Diana.

“Não há papel para mim (no filme). Acho que, dependendo de quem interpretar Lidia, posso talvez viver a irmã mais velha dela, mas provavelmente não”, explicou.

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Stewart, estrela de hits alternativos como Certas Mulheres (2016), Personal Shopper (2016) e Acima das Nuvens (2014) após a franquia de vampiros Crepúsculo, ainda disse que Chronology of Water “é um filme realmente pequeno”. “É o tipo de trabalho que eu gostaria de ter feito quando era mais nova”, completou.

Antes de Water, deve estrear o próximo projeto de Stewart como atriz: Crimes of the Future, novo filme do veterano David Cronenberg (A Mosca, Crash, Videodrome) com seu habitué Viggo Mortensen e Léa Seydoux. Vale lembrar que, pouco depois de Crepúsculo, Cronenberg dirigiu Robert Pattinson em Cosmópolis (2012). O ator também participou de outro do filme do canadense, Mapa para as Estrelas (2014).

Em The Chronology of Water, Lidia Yuknavitch narra sua própria história de vida. Ela nasceu na Califórnia e sofreu abusos sexuais, físicos e verbais constantes do pai e da irmã. A mãe, alcoólatra, nada fazia. Na adolescência, ela encontrou na natação um espaço de liberdade e autoconhecimento.

Entre mudanças de cidade e estado, chegou a sonhar com vaga nas Olimpíadas de Moscou (1980). Mas o boicote dos EUA à competição e seus problemas com álcool e drogas encerraram precocemente a carreira de atleta. Mais tarde, Yuknavitch se reencontrou como editora literária, professora e escritora.

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