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Cinema

Fica 2018: 20ª edição do festival ambiental traz filmes de nove países

O Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental acontece, de terça (5/6) a domingo (10/6), na Cidade de Goiás (GO)

Repórter de Cinema05/06/2018 05:30, atualizado 04/06/2018 18:30
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Photo Agência/Divulgação
Fica 2018: 20ª edição do festival ambiental traz filmes de nove países

Nos próximos seis dias, a Cidade de Goiás (GO) – terra da poetisa Cora Coralina e Patrimônio Cultural da Humanidade – será tomada por profissionais e amantes da sétima arte. O motivo é a realização da 20ª  edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica), que acontece desta terça (5/6) a domingo (10/6), com a exibição produções do Uruguai, Argentina, Irã, Portugal, Espanha e, claro, Brasil.

Ao todo, 22 filmes, de nove países, concorrem  a R$ 280 mil em prêmios dados pelo Fica 2018. Serão sete longas-metragens, um média-metragem e 14 curtas-metragens, provenientes do Brasil (10 filmes), Portugal (3 filmes), Espanha e Itália (2 filmes, cada), Argentina, Irã, México, França/Suíça e Uruguai (1 filme, cada).

Da seleção brasileira de filmes ambientais, cinco Estados estão representados: Goiás (4 filmes), Rio de Janeiro e Pernambuco (2 filmes, cada) Paraná e Ceará/Rio de Janeiro (1 filme, cada). Este ano, o festival recebeu a inscrição de 355 filmes, sendo 199 filmes estrangeiros e 156 filmes brasileiros.

Fica 2018: 20ª edição do festival ambiental traz filmes de nove países - destaque galeria
18 imagens
Ex-Pajé marca a abertura do festival
Nueva Venecia, do Uruguai
A Câmera de João (2017/ficção/GO)
Água Mole (Animação/Portugal)
Um Filme para Ehuana  (Ficção/RJ)
O Cine Teatro São Joaquim é o histórico palco do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental
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O Cine Teatro São Joaquim é o histórico palco do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental

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Ex-Pajé marca a abertura do festival
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Ex-Pajé marca a abertura do festival

Nueva Venecia, do Uruguai
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Nueva Venecia, do Uruguai

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A Câmera de João (2017/ficção/GO)
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A Câmera de João (2017/ficção/GO)

Photo Agência/Divulgação
Água Mole (Animação/Portugal)
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Água Mole (Animação/Portugal)

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Um Filme para Ehuana  (Ficção/RJ)
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Um Filme para Ehuana (Ficção/RJ)

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El Hombre de Agua Dulce (Ficção/Espanha)
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El Hombre de Agua Dulce (Ficção/Espanha)

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Nanã (ficção/PE)
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Nanã (ficção/PE)

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Octubre Otra Vez (Documentário/México)
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Octubre Otra Vez (Documentário/México)

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Frequências (documentário/PE)
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Frequências (documentário/PE)

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Pet Man (Animação/Irã)
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Pet Man (Animação/Irã)

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Construindo Pontes (Documentário/PR)
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Construindo Pontes (Documentário/PR)

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Acarati (documentário/RJ-CE)
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Acarati (documentário/RJ-CE)

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Sensibile (Itália)
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Sensibile (Itália)

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Penunbria (Portugal)
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Penunbria (Portugal)

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Sub Terrae (Espanha)
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Sub Terrae (Espanha)

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Corp (Animação/Argentina)
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Corp (Animação/Argentina)

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Dusk Chorus (Itália)
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Dusk Chorus (Itália)

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Na abertura, o longa Ex-Pajé dá o tom do festival. A obra de Luiz Bolognesi retrata o etnocídio da cultura indígena no Brasil. O documentário conta a história de Perpera.  Até o contato do povo Paiter Suruí com os brancos, em 1969, Perpera era um pajé poderoso. Após chegada dos brancos, um pastor evangélico afirma que pajelança é coisa do diabo e o homem perde seu papel na tribo e sua identidade.

O documentário recebeu menção especial do júri do Festival de Berlim, na Alemanha, e foi eleito pela crítica o melhor filme do Festival Internacional de Documentário É Tudo Verdade.

Confira o trailer:

Além da mostra competitiva, o Fica 2018 contará com sessões paralelas, fóruns ambientais e de cinema e shows e bandas locais e artistas nacionais, como a cantora Ana Carolina, também estão na lista de atrações do festival.

No Fórum de Cinema, dentre os destaques da programação está a mesa que reunirá Walter Carvalho, José Luiz Villamarin e George Moura, Susana Lira e Bruna Linzmeyer. Já no Fórum Ambiental, nomes como André Trigueiro, Marcos Palmeira, e Natália Garcia abordam questões do homem, cidades e meio ambiente.