Antes conversando sobre sua trajetória no reality, a cantora mostrou a sua revolta com os nomes indicados ao paredão. “A gente podia ter ido em vocês e escolhemos não ir, mas vocês mais uma vez foram na gente. A gente sinaliza, vocês atacam e aí a gente recua mais uma vez. Eu não tenho intenção de formar esse grande grupo e ir contra vocês, e eles [brothers do grunge] apontam isso como burrice, que vocês sempre vão em nós. Eles dizem que quando formos as três ao Paredão a gente vai chorar e aí não vai adiantar mais nada”, questionou.
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A cantora deixou a casa mais vigiada do Brasil no 12º Paredão. Após ser indicada pelo ator Douglas Silva, Lina teve 77% dos votos na disputa contra Eliezer e Gustavo
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Linn foi criada pela tia até os 12 anos e cresceu dentro da religião Testemunhas de Jeová. Quando começou a entender mais sobre sua sexualidade, no entanto, foi expulsa da congregação
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Depois de todo o preconceito e das dificuldades que enfrentou ao se identificar como travesti, descobriu na música e na atuação a forma de se expressar
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Em 2014, aos 23 anos, foi diagnosticada com câncer nos testículos. Precisou fazer quimioterapia por vários anos, perdeu os cabelos e mudou a forma como pensava em relação ao mundo
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A cantora deixou a casa mais vigiada do Brasil no 12º Paredão. Após ser indicada pelo ator Douglas Silva, Lina teve 77% dos votos na disputa contra Eliezer e Gustavo
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Ainda enquanto lutava contra a enfermidade, Linn lançou suas primeiras músicas autorais. Foi ovacionada pelo público e embarcou em turnê nacional
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Pouco antes de vencer a luta contra o câncer, estreou nos cinemas o filme documentário Meu Corpo é Político. Tempos depois, já curada da doença, protagonizou o longa Bixa Travesty. Desde então, a carreira de Linn continuou em ascensão
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A atriz atuou em série na TV Globo, recebeu prêmios e é apresentadora do programa TransMissão, que discute pautas de gênero, raça e sexo
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Em janeiro de 2022, a cantora dividiu nas redes sociais outra conquista: a inclusão do nome Lina Pereira dos Santos em sua documentação
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Com mais de 2 milhão de seguidores nas redes sociais, Linn foi umas das participantes convidadas da 22ª edição do reality show Big Brother Brasil. A passagem de Lina pelo programa, no entanto, reacendeu debate sobre transfobia nas redes. Isso porque em apenas cinco dias, Linn foi vítima de comentários preconceituosos e transfobia dentro da casa
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Sem saber o que falar, Eli gaguejou e Lina continuou. “Eles apontam que isso é burrice, porque parece que vocês estão fazendo um movimento oposto. Sempre que vocês tentam se proteger, vêm na gente. ‘Ah, não tinha opção’. Se em 17 pessoas não tem outra opção é algo a se pensar também”, questionou, contando que o seu grupo, que ainda tinha Tiago, Natália e Jessi, ainda cogitaram votar em Laís.
Foi aí, então, que o designer se manifestou. “Foi a maior burrice colocar a Jessi”, concordou o carioca.
Após a prova Bate e Volta, Eliezer e Jessi se livraram da berlinda e deixaram Gustavo e Paulo André disputarem a preferência do público com Brunna Gonçalves.
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