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Distrito Federal

Teste de Covid: MP apura suspeita de fraude em licitação de secretaria

Operação cumpre mandados em três cidades e mira contratos firmados no auge da pandemia da Covid-19. Pena pelos crimes pode chegar a 20 anos

11/04/2025 10:38, atualizado 11/04/2025 10:54
MPGO/Reprodução
Teste de Covid: MP apura suspeita de fraude em licitação de secretaria

O Ministério Público de Goiás (MPGO) deflagrou, nesta sexta-feira (11/4), a operação Homocinética, que apura suspeitas de fraude em uma licitação para compra de testes de detecção da Covid-19 pela Secretaria Municipal de Saúde de Formosa (GO), no Entorno do Distrito Federal.

As irregularidades teriam ocorrido em 2020, durante o auge da pandemia provocada pelo vírus Sars-CoV-2. A investigação, conduzida pela 3ª Promotoria de Justiça de Formosa, apura crimes contra a administração pública, como corrupção, peculato, falsidade ideológica e fraude a licitação.

Veja imagens da operação:

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3 imagens
MPGO investiga fraudes na Secretaria Municipal de Saúde de Formosa (GO)
Investigação foca na compra de testes para detecção da Covid-19
Operação Homocinética, do Ministério Público de Goiás (MPGO)
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Operação Homocinética, do Ministério Público de Goiás (MPGO)

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MPGO investiga fraudes na Secretaria Municipal de Saúde de Formosa (GO)
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MPGO investiga fraudes na Secretaria Municipal de Saúde de Formosa (GO)

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Investigação foca na compra de testes para detecção da Covid-19
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Investigação foca na compra de testes para detecção da Covid-19

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As equipes cumpridos sete mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Formosa, em Curitiba (PR), Goiânia (GO) e Aparecida de Goiânia (GO), em endereços residenciais dos investigados Rafael Vinícius Magacho dos Santos Silva e Bernardo Magacho dos Santos Silva, bem como da empresa Magacho Exportação e Importação.

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Os alvos da operação estariam ligados a uma empresa fornecedora de materiais hospitalares contratada durante o período crítico da crise sanitária. A reportagem tenta contato com eles.

A ação contou com o apoio dos Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Goiás e do Paraná. O material apreendido será analisado pela Inteligência do MPGO para dar base ao procedimento criminal em andamento.

Caso os suspeitos sejam denunciados e condenados, as penas podem chegar a 20 anos de reclusão.