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Distrito Federal

Terceirizados da limpeza de hospitais públicos do DF ameaçam greve

Segundo a categoria, a empresa BRA Serviços, contratada pela Secretaria de Saúde do DF, está em atraso com as obrigações do mês de outubro

11/11/2021 17:15
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Hospital Regional de Taguatinga (HRT)

O Sindicato de Serviços Terceirizáveis (Sindiserviços-DF) fará uma paralisação nesta sexta-feira (12/11), caso cerca de 2 mil trabalhadores não recebam o pagamento referente ao mês de outubro. Segundo eles, a empresa BRA Serviços, contratada pela Secretaria de Saúde, está em atraso com as obrigações do mês de outubro.

O alerta foi emitido na tarde desta quinta-feira (11/11). De acordo com a presidente do sindicato, Maria Isabel Caetano dos Reis, os atrasos de salários são recorrentes.

“Uma rotina devastadora na vida de muitos pais e mães de família”, expõe. “Os trabalhadores não podem ser prejudicados de forma alguma diante dos impasses da relação comercial entre a empresa e o GDF”, defende a representante.

Procurada pelo Metrópoles, a Secretaria de Saúde e a BRA Serviços não haviam se posicionado até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.

Confira registro da últimas greves:

Terceirizados da limpeza de hospitais públicos do DF ameaçam greve - destaque galeria
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Trabalhadores cobram salários de outubro
Greve está prevista para esta sexta
Funcionários são terceirizados da Secretaria de Saúde
Greve do Sindiserviços no início deste ano
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Greve do Sindiserviços no início deste ano

Hugo Barreto/Metrópoles
Trabalhadores cobram salários de outubro
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Trabalhadores cobram salários de outubro

Hugo Barreto/Metrópoles
Greve está prevista para esta sexta
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Greve está prevista para esta sexta

Hugo Barreto/Metrópoles
Funcionários são terceirizados da Secretaria de Saúde
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Funcionários são terceirizados da Secretaria de Saúde

Material cedido ao Metrópoles
Vigilantes em greve

Também por atraso de salário, o Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal (Sindesv-DF) estão em greve desde às 7h dessa quarta-feira (10/11). Segundo a categoria, mais de 2 mil profissionais cruzaram os braços.

Estão sem vigilância hospitais regionais do Sobradinho, Guará, Ceilândia, Samambaia, Brazlândia, o Materno Infantil de Brasília (Hmib) e a Farmácia de Alto Custo. Os trabalhadores são terceirizados das empresas Aval, Ipanema, Brasília e Visan. Elas são responsáveis por prestar serviços à Secretaria de Saúde.

“Chega dessas empresas atrasarem os salários constantemente”, expôs o presidente do Sindesv-DF, Paulo Quadros.
Outro lado

Metrópoles entrou em contato com a Secretaria de Saúde sobre a questão. Por nota, a pasta prometeu regularizar o pagamento ainda nesta quinta-feira (11/11).

Leia a nota completa:

“A Secretaria de Saúde está tomando todas as providências para realizar o pagamento às empresas de vigilância o mais rapidamente possível. Os recursos provenientes da suplementação de orçamento, aprovada pela Câmara Legislativa na terça-feira, já foram liberados para a SES, que solicitou às empresas os empenhos referentes aos serviços prestados em agosto e setembro. O mês de agosto será pago ainda hoje e setembro segue o fluxo normal, já que pelo contrato a SES tem 30 dias para efetivar o pagamento.

A pasta esclarece que houve baixa adesão à greve nas unidades básicas de saúde e hospitais.

Ainda assim, preocupado com o anúncio da greve, o secretário de Saúde, general Pafiadache, solicitou apoio da PMDF para reforçar a segurança em algumas unidades”.

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